terça-feira, 17 de julho de 2018

SINOP: MORADOR COMUNICA A PM APÓS RECEBER DROGAS PELOS CORREIOS POR ENGANO



Um morador no Jardim Imperial chamou a polícia após receber uma encomenda pelos Correios por engano, no sábado. Na embalagem havia 91 comprimidos de ecstasy (droga do amor como é chamada), um pacote com cocaína líquida e outro com pó da mesma substância.
Ao abrir a embalagem, os policiais militares encontraram as drogas e nomes de três possíveis destinatários, sendo duas mulheres e um homem.
A Polícia Civil iniciou as investigações para chegar aos supostos receptores e identificar quem mandou a droga e sua origem.
FONTE:http://www.sonoticias.com.br/noticia/geral/sinop-morador-comunica-a-pm-apos-receber-drogas-pelos-correios-por-engano



CÃES INVADEM CAMINHÃO DOS CORREIOS E COMEM ALMOÇO DO CARTEIRO

Os cães invadiram o caminhão dos Correios enquanto o carteiro foi entregar uma correspondência. (Foto: Reprodução/Facebook)


Certamente você já ouviu a frase: “Não se engane com esse rostinho bonito!”. Pois é, essa máxima vale para Bear e Bull, esses dois lindos cães Labradores que vivem nos Estados Unidos.

Com essas carinhas, os dois, que podemos chamar carinhosamente de “meliantes”, encantaram as Redes Sociais após terem armado uma surpresa para um dos funcionários do serviço de entregas de Nova York: invadiram um caminhão de entrega dos Correios e comeram todo o almoço do carteiro.

Preocupado com a alimentação dos animais, o carteiro deixou o seguinte recado para Carol Jordan, responsável pela dupla. “Oi, eu estava entregando um pacote, os dois cachorros entraram no meu caminhão e foram direto no meu almoço, comeram um ovo, algumas cenouras e algumas sementes de abóbora. Eu não sei se isso vai fazer mal pra barriga deles, só pra te informar”.

Ao receber o aviso em sua caixa de correio, imediatamente Carol teve certeza de que se tratava de alguma coisa que seus “meninos” tinham feito, pois, segundo ela, eles sempre estão atentos à movimentação do carteiro na residência.

Em retribuição à gentileza do carteiro, a dona nos labradores enviou uma carta com um pedido de desculpas e um vale de 20 dólares para o Subway para repor os gatos com a alimentação.

A história foi compartilhada por Carol em seu Facebook, somando milhares de seguidores da dupla.

FONTE:https://pr.ricmais.com.br/noticias-famosos/bichos/bichos/caes-invadem-caminhao-dos-correios-e-comem-almoco-do-carteiro/



CORREIOS: FUNCIONÁRIO DE AGÊNCIA ASSALTADA DUAS VEZES DEVE TER INDENIZAÇÃO DE R$ 20 MIL



A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos foi condenada a pagar R$ 20 mil a título de danos morais a um funcionário, depois que a agência onde ele trabalhava, em Manaus (AM), foi alvo de dois assaltos num período de dez dias. Segundo a Segunda Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR), a companhia — que também presta serviços bancários — deveria adotar medidas de segurança compatíveis com o risco de sua atividade, devendo ser responsabilizada por colocar os trabalhadores em perigo. Ainda cabe recurso.
A ação foi ajuizada pelo trabalhador em julho de 2017, com pedido de indenização por danos morais e materiais (ressarcimento com honorários advocatícios). Segundo ele, três assaltantes armados entraram na agência em 18 de junho de 2016 e renderam todos os funcionários e clientes. O autor ficou sob a mira de um revólver e foi obrigado a abrir o cofre. Dez dias depois, a agência foi novamente alvo de criminosos.
Após ser condenada em primeira instância, a empresa recorreu. Mas a desembargadora Márcia Nunes da Silva Bessa entendeu que — além de o Estado ter a obrigação de garantir a segurança dos cidadãos — as instituições que lidam com manuseio e guarda de valores devem adotar mecanismos para dar proteção e garantir a integridade de seus empregados.
“A reclamada executa serviços bancários em suas agências que atuam como banco postal, equiparando-se às instituições financeiras propriamente ditas, e por este motivo, deve adotar as regras de seguranças previstas na Lei 7.102/1983”, argumentou a desembargadora.
Para a magistrada, a empresa adquiriu vantagens econômicas da atividade antes exclusiva dos bancos, devendo responder também pelo ônus.
Ainda de acordo com ela, os Correios foram omissos, pois a agência assaltada não tinha detectores de metais ou porta giratória. E destacou que houve riscos à integridade física e danos psíquicos ao empregado, configurando o abalo moral.
A Segunda Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR) acompanhou por unanimidade o voto da relatora.
Procurada, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos não se manifestou sobre o assunto.
FONTE:https://extra.globo.com/noticias/economia/correios-funcionario-de-agencia-assaltada-duas-vezes-deve-ter-indenizacao-de-20-mil-22891051.html


TRABALHADORES DOS CORREIOS ORGANIZAM PROTESTO CONTRA SITUAÇÃO DO POSTALIS


Trabalhadores dos Correios marcaram para esta terça-feira (17) um protesto contra a situação do Postalis, fundo de pensão dos funcionários da empresa. O ato está marcado para a praça Marconi, em frente à sede dos Correios no bairro da Pituba, às 8h.

"Vamos, juntos, passar o Postalis a limpo e cobrar soluções efetivas para questões como o pagamento da RTSA pelos Correios e a responsabilização do BNY Mellon pelos prejuízos havidos no Postalis", diz, em nota, a Associação dos Profissionais dos Correios.

FONTE:https://www.bahianoticias.com.br/noticia/224389-trabalhadores-dos-correios-organizam-protesto-contra-situacao-do-postalis.html



sexta-feira, 13 de julho de 2018

CAMPANHA SALARIAL DOS TRABALHADORES DOS CORREIOS 2018-2019 - INFORME MRL 014 - DÉCIMA TERCEIRA ATA

Companheiras e Companheiros, segue a ata da décima terceira reunião de negociação das federações e o Correios, alertamos a necessidade dos trabalhadores se organizarem pra mais uma luta, a empresa até o momento só vem enrolando na mesa de negociação, por isso se faz necessário muita mobilização nas bases, lotando as assembleias.Temos que Resistir e Lutar contra os ataques que virão da ECT, e só conseguiremos se estivermos unidos.










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CAMPANHA SALARIAL DOS TRABALHADORES DOS CORREIOS 2018-2019 - INFORME MRL 013 - DÉCIMA PRIMEIRA E DÉCIMA SEGUNDA ATA

Companheiras e Companheiros, segue as atas da décima primeira e décima segunda reunião de negociação das federações e o Correios, alertamos a necessidade dos trabalhadores se organizarem pra mais uma luta, a empresa até o momento só vem enrolando na mesa de negociação, por isso se faz necessário muita mobilização nas bases, lotando as assembleias.Temos que Resistir e Lutar contra os ataques que virão da ECT, e só conseguiremos se estivermos unidos.





DÉCIMA SEGUNDA ATA









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quinta-feira, 12 de julho de 2018

CAMPANHA SALARIAL DOS TRABALHADORES DOS CORREIOS 2018-2019 - INFORME MRL 012 - DÉCIMA ATA

Companheiras e Companheiros, segue a ata da décima reunião de negociação das federações e o Correios, alertamos a necessidade dos trabalhadores se organizarem pra mais uma luta, a empresa até o momento só vem enrolando na mesa de negociação, por isso se faz necessário muita mobilização nas bases, lotando as assembleias.Temos que Resistir e Lutar contra os ataques que virão da ECT, e só conseguiremos se estivermos unidos.







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segunda-feira, 9 de julho de 2018

CRIMINOSOS INVADEM CORREIOS DE GOIATINS E LEVAM ENCOMENDAS E DINHEIRO


Criminosos arrombaram a agência dos Correios de Goiatins e levaram encomendas e o dinheiro que estava no caixa. O valor não foi divulgado. A ação aconteceu neste fim de semana. Os funcionários perceberam a invasão quando chegaram para trabalhar na manhã desta segunda-feira (9).

As informações são do Sindicato dos Trabalhadores na Empresa de Correios e Telégrafos do Estado do Tocantins (Sintect- TO).

Em nota, os Correios informaram que a agência ficará fechada para realização de perícia e apuração interna. A previsão é de que o atendimento seja retomado na próxima segunda-feira (16).

Enquanto a unidade estiver fechada, os clientes podem procurar atendimento nas cidades de Barra do Ouro e Campos Lindos.

FONTE:https://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/criminosos-invadem-correios-de-goiatins-e-levam-encomendas-e-dinheiro.ghtml




CAMPANHA SALARIAL DOS TRABALHADORES DOS CORREIOS 2018-2019 - INFORME MRL 011 - NONA ATA

Companheiras e Companheiros, segue a ata da nona reunião de negociação das federações e o Correios, alertamos a necessidade dos trabalhadores se organizarem pra mais uma luta, a empresa até o momento só vem enrolando na mesa de negociação, por isso se faz necessário muita mobilização nas bases, lotando as assembleias.Temos que Resistir e Lutar contra os ataques que virão da ECT, e só conseguiremos se estivermos unidos.








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domingo, 8 de julho de 2018

ESTATÍSTICAS DE GÊNERO: RESPONSABILIDADE POR AFAZERES AFETA INSERÇÃO DAS MULHERES NO MERCADO DE TRABALHO



A proporção de trabalhadores em ocupações por tempo parcial (até 30 horas semanais) é maior entre as mulheres (28,2%) do que entre os homens (14,1%). Isso pode estar relacionado à predominância feminina nos cuidados de pessoas e afazeres domésticos, aos quais as mulheres trabalhadoras dedicavam 73% mais horas do que os homens.

Seja no conjunto da população, seja no universo do trabalho, as mulheres são mais escolarizadas do que eles, mas o rendimento médio delas equivale a cerca de ¾ dos homens. Além disso, no Brasil, 62,2% 60,9% dos cargos gerenciais (públicos ou privados) eram ocupados por homens enquanto que apenas 37,8% 39,1% pelas mulheres, em 2016.

A dimensão educacional também revela a grande desigualdade existente entre as mulheres, segundo sua cor ou raça: 23,5% das mulheres brancas têm ensino superior completo, um percentual 2,3 vezes maior que o de mulheres pretas ou pardas (10,4%) que concluíram esse nível de ensino.

Na vida pública do país, apesar da existência de cota mínima (30%) de candidaturas de cada sexo em eleições proporcionais estabelecida pela Lei 12.034, em 2017, as mulheres eram apenas 10,5% dos deputados federais em exercício. Esta proporção (10,5%) é a mais baixa da América do Sul, enquanto a média mundial de deputadas é 23,6%.

Na esfera estadual e distrital, 26,4% dos policiais civis e 9,8% dos policiais militares eram mulheres. Apenas 7,9% dos municípios brasileiros contavam com delegacia especializada no atendimento à mulher em 2014.

A taxa de fecundidade adolescente é um indicador que vem se reduzindo no país: de 2011 para 2016, a taxa de fecundidade entre as mulheres de 15 a 19 anos de idade caiu de 64,5 para 56,0 nascimentos a cada mil mulheres. No entanto, a desigualdade regional desse indicador é grande: no Acre, praticamente uma em cada dez mulheres nesse grupo etário teve filho em 2016, enquanto no Distrito Federal a maternidade chegou para apenas 4 em cada cem adolescentes.
Essas são algumas das informações das Estatísticas de gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil, que analisa as condições de vida das brasileiras a partir de um conjunto de indicadores proposto pelas Nações Unidas.

A publicação e o material de apoio dessa divulgação podem ser acessados à direita desta página.
O IBGE compilou informações de suas pesquisas e de fontes externas para elaborar as Estatísticas de gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil. Esses indicadores estão agrupados em cinco temas: estruturas econômicas, participação em atividades produtivas e acesso a recursos; educação; saúde e serviços relacionados; vida pública e tomada de decisão; e direitos humanos das mulheres e meninas.
As informações são das pesquisas do IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD e PNAD Contínua), Projeções da População, Estatísticas do Registro Civil, Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) e Pesquisa de Informações Básicas Estaduais (Estadic), além do Ministério da Saúde, Presidência da República, Congresso Nacional, Tribunal Superior Eleitoral e Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP.
Mulheres que trabalham dedicam 73% mais horas do que os homens aos cuidados e/ou afazeres domésticos 
Em 2016, desagregando-se a população ocupada do país por sexo, as mulheres dedicavam 18,1 horas semanais aos cuidados de pessoas ou afazeres domésticos – cerca de 73% a mais de horas do que os homens (10,5 horas semanais).
Regionalmente, a maior desigualdade estava no Nordeste, onde as mulheres dedicaram 19,0 horas semanais àquelas atividades, ou 80% de horas a mais do que os homens.
As mulheres pretas ou pardas são as que mais se dedicam aos cuidados de pessoas e afazeres domésticos, com 18,6 horas semanais. Entre os homens, o indicador pouco varia quando se considera a cor ou raça ou região.
28,2% das mulheres e 14,1% dos homens trabalham em tempo parcial
Mulheres que necessitam conciliar trabalho remunerado com os afazeres domésticos e cuidados, em muitos casos, aceitam ocupações com carga horária reduzida. A proporção de ocupados trabalhando por tempo parcial (até 30 horas semanais) mostra um percentual mais elevado de mulheres (28,2%), quando comparado com os homens (14,1%). Nas regiões Norte e Nordeste, a proporção de mulheres passa de 36%.
As mulheres pretas ou pardas foram as que mais exerceram ocupação por tempo parcial, alcançando 31,3% do total, enquanto 25,0% das mulheres brancas se ocuparam desta forma, em 2016. Para os homens, somente 11,9% dos brancos se ocuparam por tempo parcial, ao passo que a proporção de pretos ou pardos era de 16,0%.
Mulheres continuam recebendo menos do que os homens
Em relação aos rendimentos médios do trabalho, as mulheres seguem recebendo, em média, cerca de ¾ do que os homens recebem. Em 2016, enquanto o rendimento médio mensal dos homens era de R$2.306, o das mulheres era de R$1.764.
Considerando-se a rendimento médio por hora trabalhada, ainda assim, as mulheres recebem menos do que os homens (86,7%), o que pode estar relacionado com à segregação ocupacional a que as mulheres podem estar submetidas no mercado de trabalho. O diferencial de rendimentos é maior na categoria ensino superior completo ou mais, na qual o rendimento das mulheres equivalia a 63,4% do que os homens recebiam, em 2016.
Mulheres e homens têm proporção equilibrada de acesso a telefone celular 
Quanto ao acesso e uso de novas tecnologias, importante para análise do grau de autonomia da mulher, os resultados indicam que a proporção de mulheres que possuem telefone celular no Brasil (78,2%) é levemente superior a dos homens (75,9%).
Tal proporção é superior para as mulheres em todas as grandes regiões, com exceção da região Sul, onde a masculina (82,1%) é ligeiramente maior que a feminina (81,9%).
Atraso escolar é maior entre homens pretos ou pardos
A vantagem educacional das mulheres fica evidente a partir da análise de indicadores sobre o atraso escolar e o nível educacional dos adultos. Uma forma de medir o atraso escolar é por meio da taxa de frequência escolar líquida ajustada. Esse indicador mede a proporção de pessoas que frequentam escola no nível de ensino adequado a sua faixa etária, incluindo aquelas que já concluíram esse nível, em relação ao total de pessoas da mesma faixa etária.
Em 2016, segundo a PNAD Contínua, a taxa de frequência escolar líquida ajustada no ensino médio dos homens de 15 a 17 anos de idade era de 63,2%, 10,3 pontos percentuais abaixo da taxa feminina (73,5%). Isso significa que 36,8% dos homens dessa faixa etária possuíam atraso escolar para o ensino médio, resultante de repetência e/ou abandono escolar.
Considerando-se a cor ou raça, a desigualdade no atraso escolar era considerável entre as mulheres: 30,7% das pretas ou pardas de 15 a 17 anos de idade apresentaram atraso escolar no ensino médio, enquanto 19,9% das mulheres brancas dessa faixa etária estavam na mesma situação. Mas o maior diferencial (mais que o dobro) foi entre os percentuais desse atraso nas mulheres brancas (19,9%) e dos homens pretos ou pardos (42,7%).
Proporção de pessoas com superior completo é maior entre as mulheres
Como resultado dessa trajetória escolar desigual, relacionada a papéis de gênero e entrada precoce dos homens no mercado de trabalho, as mulheres atingem em média um nível de instrução superior ao dos homens. A maior diferença percentual por sexo encontra-se no nível “Superior completo”, especialmente entre as pessoas da faixa etária mais jovem de 25 a 44 anos de idade, em que o percentual de homens que completou a graduação foi de 15,6%, enquanto o de mulheres atingiu 21,5%, indicador 37,9% superior ao dos homens.
Novamente, constata-se desigualdade entre mulheres por cor ou raça. O percentual de mulheres brancas com ensino superior completo (23,5%) é 2,3 vezes maior do que o de mulheres pretas ou pardas (10,4%) e é mais do que o triplo daquele encontrado para os homens pretos ou pardos (7,0%).
94,7% das mulheres teve acesso a pré-natal
Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2013, entre as mulheres de 18 a 49 anos de idade, 97,4% tinham sido atendidas pelo menos uma vez em uma consulta pré-natal com profissional de saúde especializado na última gravidez. As mulheres nessa faixa etária que chegaram a ser atendidas em pelo menos quatro consultas foram 93,9%.
Na desagregação por cor ou raça, ambos os indicadores sobre atendimento em consulta pré-natal apresentam desigualdade: enquanto 98,6% das mulheres brancas foram atendidas em no mínimo uma consulta com profissional de saúde especializado na última gravidez, entre as pretas ou pardas esse percentual foi menor: 96,6%.
Quando o parâmetro é ter frequentado no mínimo quatro consultas, o percentual foi de 95,4% para as mulheres brancas e 92,8% para as mulheres pretas ou pardas. Essas desigualdades se acentuam regionalmente: na região Norte, por exemplo, o percentual de mulheres brancas que foram atendidas em no mínimo quatro consultas (98,5%) superou o de mulheres pretas ou pardas (87,9%) em mais de dez pontos percentuais.
Uma em cada quatro mulheres não utilizava método contraceptivo
Ainda segundo a PNS 2013, 72,3% das mulheres de 18 a 49 anos casadas ou em união, sexualmente ativas e que não estavam na menopausa utilizavam algum método para evitar a gravidez, ou seja: mais de 1/4 das mulheres nesse grupo não utilizavam qualquer método contraceptivo. No Norte (68,4%) e Nordeste (71,5%) os percentuais estavam abaixo da média nacional.
Tabagismo é mais frequente entre homens e a obesidade, entre mulheres
A PNS 2013 também revela que o Brasil espelha a tendência mundial de maior incidência de tabagismo entre os homens e de obesidade entre as mulheres: 18,9% dos homens fumavam algum produto de tabaco, percentual que foi de 11,0% para as mulheres. Já a proporção de homens obesos (17,5%) era inferior à de mulheres obesas (25,2%).
A esperança de vida das mulheres aos 60 anos era maior do que a dos homens e aumentou entre 2011 e 2016. Em 2011, a esperança de vida de uma mulher de 60 anos no Brasil era de 23,1 anos e passou para 23,9 em 2016. Já a dos homens subiu de 19,6 para 20,3 anos.
Apenas um em cada dez deputados federais era mulher em 2017
Em dezembro de 2017, o percentual de mulheres parlamentares no Congresso Nacional era de 11,3%. No Senado, 16,0% eram mulheres e, na Câmara dos Deputados, 10,5%. Três estados brasileiros não tinham nenhuma deputada federal: Paraíba, Sergipe e Mato Grosso.
Em 2017, o Brasil ocupava a 152ª posição entre os 190 países que informaram à Inter-Parliamentary Union o percentual de assentos em suas câmaras baixas (câmara de deputados) ou parlamento unicameral ocupados por mulheres parlamentares em exercício.
Na América do Sul, o Brasil mostrou o pior resultado. No mundo, as mulheres ocupavam, em média, 23,6% dos assentos nas câmaras baixas ou parlamentos unicamerais.
Mulheres ocupavam 37,8% 39,1% dos cargos gerenciais em 2016
No Brasil, em 2016, 62,2% 60,9% dos cargos gerenciais, tanto no poder público quanto na iniciativa privada, eram ocupados por homens e 37,8% 39,1% por mulheres. A participação das mulheres em cargos gerenciais era mais alta entre as gerações mais jovens, variando de 43,4% 43,1% entre as mulheres com 16 a 29 anos, até 31,3% 31,8% entre as mulheres com 60 anos ou mais de idade.
Mulheres eram 26,4% do efetivo das polícias civis em 2014
O percentual de policiais mulheres é um indicador que, além de atender à meta de integrar as mulheres à vida pública, compõe as medidas de assistência à mulher em situação de violência doméstica e familiar.
Esse atendimento se dá no âmbito das polícias civis, subordinadas aos governos estaduais. Segundo a Pesquisa de Informações Básicas Estaduais (Estadic), em 2013, a proporção de mulheres no efetivo das polícias civis das unidades da Federação era de 26,4%.
Considerando o total efetivo das polícias civis e militares, a proporção de mulheres no país era de 13,4%; o total de mulheres no efetivo nacional das polícias militares era de 9,8%. A unidade da Federação com a menor participação de mulheres no somatório do efetivo policial militar e policial civil era o Rio Grande do Norte, com 5,1%, e a que tinha a maior participação era o Amapá, com 23,4%.
Apenas 7,9% dos municípios têm delegacias especializadas para atender mulheres
A existência de delegacias especializadas no atendimento à mulher não integra o Conjunto Mínimo de Indicadores de Gênero elaborado pela Divisão de Estatísticas das Nações Unidas. No entanto, é oportuno lembrar que a Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic) 2014 e a Estadic 2014 identificaram que apenas 7,9% dos municípios brasileiros contavam com este tipo de delegacia.
Segundo essas mesmas pesquisas do IBGE, em 11 das 27 Unidades Federação, o tema da violência doméstica e de gênero havia sido abordado no programa de capacitação continuada oferecido aos profissionais no ano anterior.
No Acre, uma em cada dez mulheres de 15 a 19 anos de idade foi mãe em 2016
Em 2016, a taxa de fecundidade adolescente era de 56,0 nascimentos a cada mil mulheres na faixa dos 15 aos 19 anos de idade. Essa taxa vem diminuindo gradativamente a cada ano, tendo alcançado 64,5 nascimentos por mil mulheres em 2011.
Entre as regiões, as menores taxas estavam no Sul (45,4 por mil) e Sudeste (45,6); no outro extremo, a região Norte registrou 85,1 nascimentos para cada mil mulheres de 15 a 19 anos. A menor taxa entre as unidades da Federação foi do Distrito Federal, 38,6. O Acre apresentou a maior taxa de fecundidade, 97,8 nascimentos por mil mulheres de 15 a 19 anos, ou cerca de um nascimento para cada dez mulheres nessa faixa etária.
FONTE:https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2013-agencia-de-noticias/releases/20232-estatisticas-de-genero-responsabilidade-por-afazeres-afeta-insercao-das-mulheres-no-mercado-de-trabalho.html