quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Campanha Salarial 2013,acompanhe !!

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há 3 horas próximo a Brasília · 
  • Pauta da campanha salarial começa a ser discutida

    Nesta terça-feira (20), após jogar cortina de fumaça para confundir a categoria, a ECT finalmente se dispôs a discutir pontos da pauta da campanha salarial 2013

    Após muito embate e discussões, as negociações da pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2013 começaram a ser negociadas nesta terça-feira (20), da forma que deveria ser desde o princípio: com 11 representantes do comando de negociações à mesa e 30 observadores na plateia, vindos dos sindicatos de todo o País. Para que essa configuração, prevista em estatuto, fosse aceita, foram necessárias 5 reuniões e mais de 15 dias de enrolação da ECT, quer insistia em querer interferir na forma de organização do movimento sindical.

    Mas mesmo com esse avanço a Empresa não deixou de lado a postura ditatorial. Nesta reunião a Empresa começou discutindo o calendário de reuniões, quando se recusou a acatar os anseios da categoria de acelerar as negociações e realizar as negociações em dois turnos diários, pela manhã e pela tarde. Por fim ficou definido que às terças e quintas-feiras as reuniões serão pela manhã e tarde, e nas segundas e sextas-feiras ficarão a critério das comissões de acordo com as disponibilidades.

    Em seguida foi iniciada a discussão da Cláusula 16 da Pauta de Reivindicações – Não ao trabalho no fim de semana e feriado. Essa é uma questão fundamental para os trabalhadores, pois como se não bastasse a hora extra, que está se tornando comum em todos os setores, a empresa abusa nas convocações, inclusive através da imposição do banco de horas. A Empresa alegou que precisa de pessoas para trabalhar nos fins de semana e feriados, porém a Comissão dos trabalhadores foi firme em seus argumentos.

    A Federação contrargumentou, afirmando que os trabalhadores também tem direito e necessidade de descanso, lazer e convívio família. A Secretária Geral da Fentect, Anaí Caproni, afirmou que trabalhar nos feriados e fim de semana, não é questão de dinheiro: "Essa situação seria resolvida facilmente se a Empresa contratasse a quantidade de trabalhadores suficiente para suprir a demanda da semana. A vida social do trabalhador tem que estar em primeiro lugar. A empresa se aproveita e tenta manter os funcionários reféns de suas convocações".

    A Diretora da Fentect, Amanda Corsino, reafirmou: "Somos contra o trabalhador ter que trabalhar o fim de semana e feriados, além do que muitas vezes demora para que o trabalhador receba o valor extra de um domingo no qual trabalhou. Portanto, o descanso com a família não tem preço". Os negociadores da ECT se comprometeram a levar as considerações feitas pelo comando para consideração da área de operações da direção da ECT, apesar de terem dito anteriormente que a pauta já havia sido avaliada pela Empresa.

    A discussão prosseguiu com o debate sobre a cláusula 17, que trata da Gratificação Isonômica de função. A Federação questionou o porquê da diferenciação entre estados, já que o trabalho é o mesmo. A Empresa se contradiz à mesa: um dos negociadores afirma que a diferenciação ocorre devido ao diferencial de mercado, enquanto outro afirma que é por conta do porte da DR. Nesse mesmo ponto os negociadores da ECT disseram que não vão definir nada por enquanto, e que também irão levar para consideração da diretoria da empresa.

    Nova reunião está marcada para quarta-feira (21) as 9h30, na Universidade dos Correios

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Campanha Salarial 2013,acompanhe !!

Notícias da Categoria

20/08/2013

Em negociação, ECT mantém a enrolação

Com 11 negociadores da Fentect na mesa e mais os observadores do Comando de todo o país, a quarta reunião de negociação da Campanha Salarial dos trabalhadores dos Correios foi realizada na tarde desta terça-feira (20). Os debates giraram em torno do calendário das reuniões e das cláusulas 16 e 17 da Pauta de Reivindicações, mas apesar disso, a ECT manteve a enrolação e a falta de disposição em negociar.

A cláusula 16 “Não ao no fim de semana e feriado” foi colocada em discussão como uma questão fundamental para os trabalhadores, já que a Empresa abusa nas convocações, inclusive através da imposição do banco de horas. A resposta da ECT foi que eles se comprometem a levar a questão para a área de operações da direção, sem nenhuma resposta concreta à reivindicação.

Durante o debate da cláusula 17 “Isonomia de função”, os representantes da Empresaafirmaram que nada poderia ser definido ali e que também levariam essa discussão para a diretoria da EC T.

Apesar de terem dito que a Pauta de Reivindicações já havia sido avaliada, com essa postura a Empresa mostra claramente que não que se comprometer na negociação e empurra mais uma vez o debate. A retomada da reunião está prevista para esta quarta-feira (21), às 9h30.

Chega de enrolação, queremos negociar! Ou a ECT senta na mesa para dar respostas às reivindicações dos trabalhadores ou vamos parar as máquinas!

Campanha Salaria 2013,acompanhe !

EMPRESA NÃO QUER SE COMPROMETER COM NADA. A REUNIÃO SERÁ RETOMADA AMANHÃ ÀS 9H30M

Foram pontos de debate as cláusulas 16 e 17 da Pauta de Reivindicações.
empresa claramente não quer se comprometer com nada. Acabou dizendo irá levar as questões para a diretoria.
O Comando está esperando o fechamento da Ata. Ficou previsto para amanhã a retomada da reunião.
O Comando espera que as negociações avancem, e a empresa sente na mesa para de fato dar respostas às reivindicações dos trabalhadores.

Campanha Salaria 2013,acompanhe !

DISCUSSÃO DA CLÁUSULA 17 – ISONOMIA DE FUNÇÃO

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Os membros do Comando pelo lado da empresa, dizem que vão levar a proposta dos trabalhadores. Apesar de já terem dito que a PAUTA já havia sido avaliada pela empresa.
Continuando a discussão, está sendo feito o debate sobre a cláusula 17 Isonomia de função.
Nesse mesmo ponto os negociadores da ECT disseram que não vão definir nada por enquanto e disseram que irão levar para a discussão na diretoria da empresa.

Campanha Salarial 2013,acompanhe !

DEBATE DA CLÁUSULA 16 – NÃO AO TRABALHO NO FIM DE SEMANA E FERIADO

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A imagem ilustra que tudo poderia ter começado deste modo. Como ocorriam no ano passado, com 11 negociadores da FENTECT na Mesa com a direção da ECT e mais os observadores, do Comando vindo dos sindicatos de todo o país.
Nesta primeira reunião a empresa começa discutindo o calendário de reuniões.
Na sequência é colocada em discussão os abusos da convocação da empresa nos finais de semana e feriados. A Cláusula 16 da Pauta de Reivindicações – Não ao no fim de semana e feriado.
Essa é uma questão fundamental para os trabalhadores pois como se não bastasse a hora extra está se tornando comum em todos os setores, a empresa abusa nas convocações, inclusive através da imposição do banco de horas como vem sendo imposto pelo TST nos dois últimos anos.
Os representantes da ECT se comprometem a levar a questão para consideração da área de operações da direção da ECT.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

QUE COISA EM ?

Correios pagou por parafuso para cirurgia ortopédica valor de carro popular

Sede dos Correios no Rio
Sede dos Correios no Rio Foto: Nina Lima / Extra
Flávia Junqueira
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Doze parafusos, duas arruelas, duas porcas, uma broca, cimento e enxerto ósseos e mais algumas hastes e cânulas. A lista de material usado na cirurgia de coluna de uma paciente de 80 anos, paga pelos Correios, não tem mais do que 15 itens, mas saiu a R$ 961.886,56. Uma pesquisa feita pelo EXTRA com médicos, fornecedores de material cirúrgico e em licitações eletrônicas realizadas por órgãos públicos, mostra que a relação não sairia por mais que R$ 90 mil. A diferença entre os valores cobrados e ospesquisados chega a quase 5.000%. Um único parafuso ilíaco saiu por mais de R$ 25 mil, valor equivalente ao de um carro popular zero quilômetro. Os Correios, uma empresa pública, informaram que estão apurando o caso.
A cotação de preços, feita com apenas uma empresa, a 02 Surgical, com sede no Centro do Rio, foi realizada pelos Correios e aprovada pelo gerente de saúde da empresa pública, em 26 de março deste ano. A paciente é filha de um aposentado da empresa pública.
No formulário de Autorização de Materiais para Procedimento Cirúrgico, uma observação manuscrita: “Por se tratar de um procedimento pós-cirúrgico, onde os materiais apresentados já foram utilizados, autorizaremos o valor proposto”.
Na ficha, há a informação de que a cirurgia foi de emergência. No entanto, a Guia de Solicitação de Internação da mesma paciente diz o contrário: a operação foi eletiva e a internação aconteceu em 14 de março deste ano.
— A cirurgia e todo o material foram liberados previamente pelos Correios. Foi um processo demorado, que levou quase quatro meses. A cirurgia não foi de emergência. A paciente estava sem andar, em função de um quadro grave de osteoporose, e hoje está bem, caminhando — diz o neurocirurgião Ricardo Ribeiro, que realizou a cirurgia no Hospital Espanhol, no Centro do Rio.
Ribeiro explica que entrega ao hospital a lista de material de que precisará para o procedimento, dando as especificações de cada item. Quem faz a compra e a forma como isso é feito depende das políticas da unidade de saúde e do convênio que pagará a operação. No caso dos Correios, a cotação e a compra são feitas pela empresa.
— Quando o material é comprado, sou avisado e marco a cirurgia. Não tenho nada a ver com a compra. Recebi honorários médicos pela cirurgia que não chegaram a R$ 5 mil para toda a equipe — afirma o médico, que foi presidente da Sociedade de Neurocirurgia do Estado do Rio de Janeiro entre 2010 e 2012.
A cirurgia foi feita no Hospital Espanhol
A cirurgia foi feita no Hospital Espanhol Foto: Thiago Lontra / Extra
Segundo Ribeiro, é impossível que o material usado na cirurgia tenha custado mais de R$ 961 mil:
— Tenho conhecimento de quanto custa esse material. Isso é uma loucura completa. O documento dos Correios é mentiroso. Nunca vi uma conta médica de doente internado chegar a esse valor. Uma cirurgia como esta que foi realizada gasta em material algo em torno de R$ 60 mil a R$ 100 mil.
Ribeiro arrisca um palpite:
— Isso deve ser um erro de digitação, tem um zero a mais. Erros acontecem. Quantas vezes não errei o cheque?
O médico explica que o tipo de parafuso usado na cirurgia é importado e tem apenas um fornecedor no Brasil, a empresa Tecnicare. No entanto, no documento dos Correios costa que o fornecedor foi a 02 Surgical.
— Não existe apenas um tipo de prótese. Tenho que direcionar o que eu estou pedindo. Os parafusos não são todos iguais. Parafusos com injeção de cimento só são fornecidos pela Tecnicare. Nunca ouvi falar em 02 Surgical — afirma Ribeiro.
Por meio de nota, a assessoria de imprensa dos Correios afirma que "essa ocorrência foi constatada pela empresa que, de imediato, abriu processo apuratório e adotou as medidas pertinentes ao caso, que estão em andamento". Procurado, o Hospital Espanhol não respondeu às perguntas enviadas à direção médica pelo EXTRA.
A equipe do EXTRA foi até a sede da 02 Surgical, mas não encontrou nenhum funcionário no endereço informado pela empresa na internet, na Rua Conde Lages, no Centro. Um porteiro do prédio, no entanto, confirmou que a empresa continua funcionando naquele local.

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Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/correios-pagou-por-parafuso-para-cirurgia-ortopedica-valor-de-carro-popular-9604344.html#ixzz2cRyQrWTq

sábado, 17 de agosto de 2013

Campanha Salarial,em andamento


REUNIÃO PARA DISCUTIR A PAUTA DOS TRABALHADORES: NA PRÓXIMA TERÇA-FEIRA, DIA 20

Foi só falar em ocupar a empresa que os negociadores da ECT decidiram rever a posição de reduzir o Comando.
Foi dado um intervalo na reunião e o comando mantendo sua posição firme consegue impedir o retrocesso que a empresa tentou impor de retirar o direito ao comando amplo com as representações sindicais.
A empresa está sinalizando começar a negociar com o Comando Amplo, mas ainda precisa definir sobre a liberação dos negociadores, que estão em Brasília, mas são trabalhadores da base sem liberação sindical.
A empresa continua sem querer autorizar a filmagem.
A reunião foi encerrada com a ECT se comprometendo a começar a negociar na próxima semana, terça-feira, dia 20/08
O Comando vai elaborar um “protocolo” discutido com os trabalhadores na Plenária do dia 31 de agosto sobre a questão das filmagens das negociações, pois a empresa está intransigente nesse ponto, alegando questões de segurança institucional.
O Comando está reunido na Fentect elaborando o Informe que será enviado para os sindicatos junto com a ATA da reunião de hoje.
Em breve estaremos publicando na TV Fentect uma série de depoimentos e entrevistas sobre o andamento das negociações, com os representantes de São Paulo, Santos e São José do Rio Preto, Piauí e Minas Gerais.
Acompanhe os vídeos no canal da Fentect no YouTube
http://www.youtube.com/tvfentect

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

CAMPANHA SALARIAL,MRL/AL INFORMA

Fentect · 1.394 curtiram isso
há ± 1 hora · 
  • Após 5 reuniões ECT finalmente acata Estatuto da Fentect

    Já na 5ª reunião sem discutir sequer um ponto da pauta de reivindicações ECT finalmente aceita a formação do Comando de Negociações da Fentect conforme o estatuto prevê: 11 na mesa e 30 ouvintes

    A quinta reunião de negociação da Campanha Salarial 2013 realizada hoje (15) na Universidade dos Correios (UniCo) começou com sinais de que não haveriam avanços, novamente. A Empresa, em falso tom benevolente, afirmou que aceitaria os 11 negociadores da Fentect à mesa, desde que a Federação abrisse mão das filmagens e da presença dos 30 ouvintes.

    Mas a Fentect foi firme em sua contestação. “Não está sob jurisdição da Empresa a questão da organização do comando de negociação. A ECT não pode intervir nisso, e deve se ater a negociar outros pontos, referentes à pauta de reivindicação, pois a configuração do Comando não é negociável”, afirmou a Secretária-geral, Anaí Caproni. Anaí prosseguiu, afirmando que também não existe legislação nenhuma que obrigue o movimento sindical a se sujeitar aos desejos da empresa.

    Foi declarado, ainda, que o jogo da ECT de tentar desmobilizar os trabalhadores não está funcionando, e só está servindo para deixá-los cada vez mais irritados com o atraso do início das negociações, o que poderá culminar em paralização e ocupação da Empresa. Com essas declarações os negociadores da ECT mudaram de postura e desistiu do retrocesso que de tentar retirar o direito ao comando amplo com as representações sindicais, mas insiste em não permitir as filmagens.
    A Empresa sinalizou que irá começar a negociar com o Comando Amplo, mas ainda precisa definir sobre a liberação dos negociadores, que estão em Brasília, mas são trabalhadores da base sem liberação sindical.

    Ficou acordado que por hora, as negociações irão acontecer sem transmissão ao vivo. A questão será levada para discussão com os trabalhadores em Plenária Nacional, que acontece no dia 31 de agosto. A partir daí a Federação irá elaborar um “protocolo” que será apresentado à Empresa, contemplando as questões de segurança institucional alegadas por eles.

    A reunião foi encerrada com a ECT se comprometendo a começar a negociar na próxima semana, terça-feira, dia 20/08.