Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas
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INFORME 012 da Campanha Salarial 2013 - Brasília, 03 de setembro de 2013.
AOS SINDICATOS FILIADOS
Companheiros e Companheiras,
Aconteceu na tarde de hoje reunião com a Comissão de Negociação da ECT. Na
reunião foi apresentada pela empresa, proposta indecente de reajuste econômico: 5,27%. Segue
anexa a proposta integral com a aplicação do referido índice sobre os benefícios econômicos,
além da ata da reunião com a empresa.
Nenhuma proposta sobre as cláusulas sociais, sequer foram apresentadas respostas de
cláusulas que a empresa se comprometeu a analisar. A afirmação de manutenção da cláusula 11
(sobre o convênio médico) é mais uma provocação aos trabalhadores, uma vez que trata-se de
puro cinismo.
De acordo com informe já enviado por este comando, a empresa está claramente
atacando os trabalhadores com o sucateamento do Correio Saúde, para forçar a adesão ao Postal
Saúde, que é a privatização deste serviço fundamental à família do trabalhador ecetista. Nossa
reivindicação é o fim do Postal Saúde e o fortalecimento do Correio Saúde, com ampliação da
rede credenciada e dos serviços prestados. A declaração de manutenção da cláusula 11 é mero
jogo para esconder o verdadeiro ataque.
A proposta apresentada pela empresa é mais uma provocação à categoria. 5,27% não
repõem sequer o índice da inflação corresponde ao período de julho de 2012 a agosto de 2013, o
qual a própria empresa reconhece que, pelo menor índice de reajuste, o IPCA, seria mais de 6%.
5,27% é um reajuste indecente, o qual mostra mais uma vez o claro desrespeito aos
trabalhadores e a farsa em que se transformaram as negociações sobre os salários dos
trabalhadores que esperam um ano inteiro para discutir suas necessidades e reivindicações.
A empresa estabeleceu um regime de verdadeira ditadura, onde o trabalhador sabe que não haverá
nenhuma melhora em suas condições de trabalho e que os salários continuarão praticamente os
mesmos, com direitos importantíssimos como o convênio médico, sendo retirados
sorrateiramente, sem que os trabalhadores sequer saibam o que efetivamente está acontecendo.
Chamamos os companheiros a denunciar, na base, esta situação insustentável e rejeitar
nas assembléias esta proposta miserável, ampliando as mobilizações para derrotar mais este
ataque aos trabalhadores.
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