quinta-feira, 7 de novembro de 2013

MRL-AL.:A Luta dos Trabalhadores e o Postal Saúde

Postal Saúde
Filho adotado de trabalhadora está impedido de ser dependente no plano de saúde da categoria
A ECT ilegalmente está colocando em prática o odioso Postal Saúd

 O
No CDD Asa Norte, como deve acontecer nos mais variados setores dos Correios, a empresa esta aplicando aos poucos a entrega do Plano de Saúde da categoria, mesmo que essa medida seja completamente arbitrária e ilegal.
O caso é de uma carteira que adotou uma criança, da qual já tem sentença judicial concedendo a guarda definitiva.
A trabalhadora procedeu como manda os manuais da empresa, tendo informado a ECT da situação, mostrado a sentença de guarda definitiva, solicitando que a criança adotada entrasse para o rol de dependentes da trabalhadora no tocante aos benefícios garantidos por lei e pelo acordo coletivo de trabalho.
Mas que a empresa recusou, sugerindo que a trabalhadora arcasse com as despesas “por fora”.  O que acontece é que esse é o resultado imediato da implementação ilegal do Postal Saúde, que quer colocar todos os trabalhadores para arcar com suas despesas de saúde por conta própria.
A tendência é que o plano de saúde seja sucateado por dentro, ou seja, contra as decisões dos tribunais do trabalho e de maneira ilegal. A ECT abandonará todos os trabalhadores e deixará um plano de saúde furado, totalmente privatizado.
O desrespeito com a trabalhadora é uma afronta aos ecetistas de todo Brasil. Está na hora dos trabalhadores mostrarem que com saúde não se brinca, e que basta de abusos e truculência da empresa.
A ECT não quer cumprir nem o que foi decidido pelo Tribunal Superior do Trabalho, muito menos que diz a lei trabalhista. Posturas mais enérgicas deverão ser tomadas pela categoria, pois a empresa trata seus funcionários como escravos. Uma grande campanha contra o Postal Saúde deve ser deflagrada.
Por outro lado, os trabalhadores do setor, quando forem informados de alguma truculência ou arbitrariedade da empresa, devem se reunir e tomar decisões (como a paralização do local) para que a condição de trabalho seja normalizada e os direitos dos ecetistas sejam garantidos.