segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
CORREIOS SE AVENTURAM NA TELEFONIA MÓVEL
Foi-se o tempo em que os Correios eram sinônimo apenas de enviar cartas. A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) – fundada há 40 anos durante reorganização dos serviços postais que já eram oferecidos no País desde 1663 – está prestes a entrar em um segmento de negócios totalmente novo: o da telefonia móvel. Em 17 de março, a empresa receberá propostas de parceria de operadoras de telecomunicações, o que vai permitir que ela se torne uma operadora virtual. Por meio do acordo, os Correios poderão vender chips de celular e planos de voz e dados em tdo o País, sem precisar investir em infraestrutura de rede e com a possibilidade de criar uma nova fonte de receita para a companhia, que fechou 2015 com prejuízo estimado em R$ 900 milhões.
A possibilidade de explorar um segmento totalmente diferente se abriu em 2011, quando o Congresso sancionou a Lei 12.490, que permitiu aos Correios diversificarem sua atuação. Pouco antes, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) havia aprovado regras para que as primeiras operadoras virtuais começassem a funcionar no País. O interesse dos Correios no setor, porém, só surgiu em 2013, quando a companhia foi procurada pelo Grupo Poste Italiane (equivalente aos Correios, na Itália) para firmar uma joint venture de uma operadora virtual no Brasil. A empresa italiana já possui uma operadora virtual no país europeu com mais de 3 milhões de clientes.
As duas empresas chegaram a assinar um contrato no início de 2014, mas a parceria minguou poucos meses depois. “Apostamos nossas fichas nessa parceria, mas eles cancelaram os projetos fora da Europa no final de 2014, por causa da turbulência internacional”, diz o assessor da vice-presidência corporativa dos Correios, Ara Minassian. Em 2015, como parte de sua estratégia de buscar novas fontes de receita, os Correios iniciaram um voo solo na telefonia móvel. “O negócio de correspondências diminui a cada momento”, diz o presidente dos Correios, Giovanni Correa Queiroz. “Precisamos ampliar nosso leque de serviços ao cidadão ou vamos desaparecer.”
Como operadora virtual, a intenção dos Correios não será de brigar com as operadoras tradicionais – Claro, Oi, TIM e Vivo. Após firmar parceria com uma delas, a estatal vai atuar como operadora virtual credenciada. Na prática, isso permite que ela ganhe um valor predeterminado – pago pela parceira – a cada chip vendido e a cada recarga de créditos realizada. No total, os Correios esperam que o negócio gere, no mínimo, R$ 250 milhões em receita após os primeiros cinco anos da operação, que está prevista para começar até o final de 2016.
Estratégia. Ao contrário das operadoras tradicionais, os Correios querem atender somente brasileiros das classes C, D e E. Num primeiro momento, apenas chips pré-pagos para ligações de voz e acesso à internet estarão disponíveis.
O trunfo dos Correios para atrair os clientes será o atendimento presencial, que será realizado nas mais de 6,4 mil agências próprias espalhadas pelo País – a empresa também possui uma rede de franquias. “Queremos quem está insatisfeito com o atendimento das operadoras. Pessoas das classes mais baixas não gostam de ligar para o call center para resolver problemas”, diz Minassian. “Eles poderão passar em qualquer agência dos Correios.”
O negócio tem despertado o interesse das operadoras tradicionais. A maioria delas ainda avalia as condições impostas pela estatal no edital. “Não temos nada fechado ainda”, diz o diretor de atacado da TIM, Marcelo Duarte. A Vivo, por outro lado, afirma que tem interesse em participar da concorrência. “Vamos avaliar e oferecer propostas”, afirma o vice-presidente de negócios com empresas da Vivo, Surya Mendonça. Procuradas pelo Estado, Claro e Oi preferiram não se pronunciar sobre suas parcerias com operadoras virtuais e interesse na concorrência dos Correios.
Incipiente. O mercado de operadoras virtuais, apesar de autorizado em 2010, ainda é pouco desenvolvido no Brasil. Enquanto em países da Europa e nos Estados Unidos elas se acumulam às centenas, por aqui há apenas cinco operadoras virtuais: de acordo com a Anatel, Datora, Surf Telecom, Porto Seguro Conecta e Terapar atuam como autorizadas; a Mais AD – operadora da igreja evangélica Assembleia de Deus – é a única que adota o modelo de credenciada.
Além dessas, a Virgin Mobile possui autorização para atuar como operadora virtual no Brasil, mas ainda não iniciou as atividades no País. A expectativa inicial era de que a empresa estreasse por aqui em fevereiro de 2015, por meio de uma parceria com a Vivo. “Ainda estamos muito interessados no Brasil. No entanto, a regulação local é uma das mais rígidas da região e tem sido muito difícil criar uma operação rentável, em vista da desvalorização do real”, diz o presidente da Virgin Mobile na América Latina, Phil Wallace.
A maior operadora virtual do Brasil atualmente, em número de acessos, é a Porto Seguro Conecta, que pertence ao grupo da seguradora de mesmo nome e atua em parceria com a TIM. A empresa, que começou a funcionar no final de 2011, possui atualmente mais de 375 mil clientes – 70 mil clientes de voz, enquanto 305 mil são de comunicação entre máquinas (M2M). A meta da empresa é atender toda a base de clientes de seguros da marca, que conta com cerca de 8 milhões de pessoas. “Sabemos que o mercado de telefonia é difícil de ter bom atendimento. Encontramos uma oportunidade de nos diferenciar e fidelizar o nosso cliente de seguros, que já está acostumado com nosso padrão”, diz o superintendente da Porto Seguro Conecta, Tiago Galli.
Para isso, a empresa rompeu com algumas velhas tradições das operadoras tradicionais. Só existem planos pós-pagos, mas o cliente não precisa assinar contratos de fidelidade. “O cliente fica se gostar do serviço”, diz Galli. Além disso, a empresa desenvolveu um aplicativo para que o cliente acompanhe o consumo de seu pacote de dados e reduza a navegação na internet antes de ultrapassar a cota – o que evita o pagamento de pacotes adicionais.
A companhia também importou dos seguros alguns benefícios a que seu público-alvo já está acostumado. Assim como quando o carro quebra e o cliente fica com um carro reserva até terminar o conserto, o cliente recebe um celular reserva enquanto o seu vai para a assistência técnica. Se esquecer o smartphone no escritório, a companhia manda um motoboy levá-lo até o seu dono, sem custo. “Cada operadora virtual conta uma história, é focada em um nicho”, diz Galli. “O segmento das operadoras virtuais permite um mundo de inovações para empresas que querem focar em serviços, não em operar uma rede.”
Competitividade. Segundo o diretor executivo de comunicação, mídia e tecnologia da consultoria Accenture, Ricardo Distler, as operadoras virtuais foram criadas para tornar o mercado de telecomunicações mais competitivo. Contudo, em países onde várias operadoras disputam o segmento – como no Brasil –, elas buscam inovar no atendimento para se diferenciar. “Os projetos que aparecem no Brasil estão mais focados em complementar o serviço das operadoras tradicionais”, diz Distler. “Isso faz com que as operadoras enxerguem essas parcerias não como uma ameaça, mas como uma oportunidade de negócio.”
A TIM, por exemplo, já possui acordos com três operadoras virtuais no País e diz enxergar “potencial” no modelo de negócio de parceria com terceiros. “Empresas com marcas fortes no mercado conseguem estabelecer um nível de lealdade maior do que as operadoras de telecomunicações com seus clientes”, diz Duarte. Atualmente, além da Porto Seguro Conecta, a operadora “empresta” sua infraestrutura de rede para a Datora e para a Surf Telecom.
Segundo Distler, embora as operadoras virtuais não possam – e nem queiram – disputar mercado com as gigantes do setor de telecomunicações, é provável que elas representem entre 10% e 20% do total de linhas móveis no País nos próximos anos. De acordo com a Anatel, o Brasil fechou 2015 com mais de 184,5 milhões de linhas móveis ativas no Brasil, o que sugere um mercado potencial de, pelo menos, 18,4 milhões de telefones celulares para as virtuais.
FONTE: http://blogs.estadao.com.br/link/correios-se-aventuram-na-telefonia-movel/
CORREIOS MUDAM PERFIL ECONÔMICO E DE GESTÃO EM BUSCA DE 'SUSTENTABILIDADE'
Empresa que mantém o monopólio dos serviços de correspondências no País, os Correios estão reconfigurando o seu perfil de gestão e ampliando sua atuação no mercado, com diversificação dos serviços prestados à população. Para o ano que vem, inclusive, a empresa planeja ingressar no ramo de telefonia móvel, como uma nova concorrente das operadoras de celulares que já atuam no Brasil.
Em Bauru, as mudanças resultantes desta reestruturação também são evidentes. Desde o dia 11 de fevereiro, a Diretoria Regional dos Correios São Paulo Interior, sediada na cidade, está sob novo comando. Natural de Avaré e gerente da agência central de Bauru desde 2008, Maurício Claro assumiu o cargo de diretor regional, que era até então ocupado por Divinomar Oliveira da Silva.
Conforme o JC divulgou em setembro do ano passado, as mudanças determinadas pelos Correios alteraram as atribuições das diretorias, inclusive a de Bauru. Muitas decisões, antes concentradas na sede regional – que abrange 583 municípios do Interior, foram descentralizadas, com o objetivo de garantir maior agilidade e eficiência nos resultados da empresa.
Segundo Maurício Claro, todo o processo, iniciado em junho do ano passado, visa garantir sustentabilidade aos Correios, para que continue como empresa pública e estratégica para o Brasil mesmo diante da redução do tráfego mundial de mensagens físicas provocado pela popularização das novas tecnologias de comunicação. “Hoje, os serviços de correspondências já não representam mais a maior parcela do faturamento dos Correios”, frisa o novo diretor regional.
Diversificação
Como forma de superar esta mudança, a empresa diversificou seus ramos de atividade ao ingressar no mercado concorrencial, ampliando seu escopo de atuação, entre eles a entrega de encomendas, oferta de produtos e serviços bancários essenciais e, em breve, também no setor de telefonia móvel.
“Esta última deve entrar em nosso portfólio de produtos em 2017. A ideia é criar uma nova operadora de telefonia de celular para concorrer com as já existentes”, destaca, citando que, associadas a cortes de despesas, iniciativas como esta buscam contornar o desempenho ruim da empresa em tempos de crise, incluindo o prejuízo estimado de aproximadamente R$ 2 bilhões em 2015.
Perfil
Nascido em Avaré, Maurício Claro fez carreira dentro dos Correios, empresa em que trabalha há 21 anos. Formado em administração de empresas e com pós-graduação em gestão de pessoas e gestão estratégica de negócios, ele começou a atuar nos Correios em 1994, em Iaras, como auxiliar de serviços postais.
Depois de ser promovido a atendente e gerente da agência, foi transferido para Avaré, na função de volante, em que cobria férias de alguns colegas de trabalho. Foi, mais uma vez, promovido a gerente da agência naquela cidade e, em 2006, veio trabalhar em Bauru, assumindo a área de consultoria de negócios como assistente comercial. Em 2008, foi convidado a assumir a gerência da agência central, onde ficou até ser nomeado diretor regional da unidade dos Correios São Paulo Interior, no início de 2016.
Empresa descentraliza as decisões em busca de melhores resultados em seus ramos de atuação
Maurício Claro explica que, com o objetivo de obter melhores resultados em seus ramos de atuação, os Correios criaram as chamadas gerências de macrorregiões, responsáveis, agora, pelas atividades de operações e negócios. “Três estão vinculadas à diretoria regional de Bauru e outras três à diretoria da Capital”, cita.
Elas possuem, contudo, plena autonomia para a tomada de decisões e respondem, diretamente, à vice-presidência dos Correios, que fica em Brasília. “Nesta reconfiguração, o diretor passou a desempenhar um papel mais institucional. É um representante, em Bauru, do presidente dos Correios. Ele não tem mais ingerência sobre as atividades realizadas pelos macrogestores, mas atua, por exemplo, em caso de denúncias e na prevenção de irregularidades”, esclarece Claro.
Em matéria publicada pelo Jornal da Cidade no ano passado, os Correios já haviam informado, por meio de nota, que os diretores da empresa passariam a cuidar apenas da atividades estratégicas e institucionais de gabinete, assessoria de comunicação e de gestão e relações sindicais e do trabalho.
“O diretor passa a ser o representante da empresa no âmbito do Estado, realizando regionalmente o alinhamento empresarial e institucional das diretrizes da diretoria-executiva”, esclareceu, à época, a assessoria de comunicação da empresa em Brasília.
Já as áreas de suporte e recursos humanos ficaram ligadas diretamente à vice-presidência e as de operações e negócios, às gerências de macrorregiões. Dentro da reestruturação, no Estado, duas macrorregiões foram instituídas em Bauru (de encomendas comercial e de rede e varejo comercial), uma em Campinas (postal operacional) e três na Capital (postal comercial, encomendas operacional e tecnologia da informação e comunicação).
“A meta da diretoria é manter a liderança destas macrorregiões e a integração entre elas. Algumas reuniões ainda serão realizadas para esclarecer que cada decisão tomadas por elas terão de ser comunicadas aos respectivos diretores regionais (em Bauru e São Paulo)”, pontua.
Autonomia
Maurício Claro diz que as mudanças não representaram perda de autonomia ou importância da diretoria regional de Bauru dentro dos Correios, já que ainda possui muitas atribuições e está vinculada a três macrorregiões, responsáveis por diversas decisões dentro da empresa. “E é importante destacar que está completamente fora de cogitação a possibilidade de a diretoria de Bauru encerrar suas atividades. Se assim fosse, a presidência dos Correios jamais teria nomeado um novo diretor regional”, observa.
Dentre os desafios a serem enfrentados em sua gestão, Claro cita o esforço para motivar, valorizar e qualificar permanentemente os cerca de 14 mil funcionários da unidade São Paulo Interior, para que possam aprimorar, cada vez mais, os serviços prestados à população.
domingo, 21 de fevereiro de 2016
STJ VAI DEFINIR SE PODE JULGAR CAUSAS ENVOLVENDO MONOPÓLIO DOS CORREIOS
A 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça vai analisar recurso especial para definir se a corte pode apreciar questões envolvendo o monopólio postal dos Correios.
O processo, afetado pela 1ª Turma do tribunal, diz respeito a uma ação movida pelos Correios contra a Caixa Econômica Federal para declarar a nulidade de licitação para a prestação de serviços de coleta, transporte e entrega de malotes contendo diversos documentos, como relatórios, documentos de caixa, materiais de consumo e expediente, equipamentos etc.
Como a matéria jurídica tem caráter predominantemente constitucional, a 1ª Seção vai definir se todas as questões que tenham como pano de fundo a violação ao privilégio postal da União devem, necessariamente, ser remetidas ao Supremo Tribunal Federal. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.
FONTE: http://www.conjur.com.br/2016-fev-20/stj-definir-julgar-causas-monopolio-correios2
sábado, 20 de fevereiro de 2016
PM REGISTRA ASSALTOS A AGÊNCIAS LOTÉRICAS E CORREIOS NO SUL DE MINAS
Pelo menos duas lotéricas foram assaltadas em Três Pontas e Cambuquira.
Em Guaxupé, criminosos levaram dinheiro de agência dos Correios.
Duas casas lotéricas e uma agência dos Correios foram assaltadas na tarde desta sexta-feira (19) no Sul de Minas. As ocorrências foram registradas em Três Pontas (MG), Cambuquira (MG) e Guaxupé (MG). Na mais ousada delas, em Cambuquira, um suspeito usou uma marreta para quebrar o vidro do caixa e roubar o dinheiro.
Segundo a Polícia Militar, em Três Pontas, dois homens armados chegaram em uma motocicleta, desceram do veículo com capacetes e invadiram a lotérica. Enquanto um suspeito ficou na moto, o outro entrou no estabelecimento e colocou a arma na cabeça de um funcionário. Depois de pegar o dinheiro, os criminosos fugiram com a moto pela contramão. A quantia não foi divulgada. Na fuga, os suspeitos ainda atiraram para o alto.
Já em Cambuquira, em uma ação parecida a de Três Pontas, dois homens chegaram em uma moto enquanto um deles entrou na lotérica com uma marreta. O rapaz quebrou o vidro da agência e roubou cerca de R$ 1,2 mil. Logo em seguida, eles fugiram, mas acabaram sendo presos em um cerco da PM já em Varginha (MG).
Assalto nos Correios
Em Guaxupé, uma agência dos Correios foi assaltada no início da tarde. Segundo a PM, enquanto um deles ficou em uma motocicleta na porta, o outro entrou na agência e pediu que todo o dinheiro fosse colocado em uma bolsa. Segundo testemunhas, os suspeitos não estavam armados e fugiram sem ferir ninguém.
Em Guaxupé, uma agência dos Correios foi assaltada no início da tarde. Segundo a PM, enquanto um deles ficou em uma motocicleta na porta, o outro entrou na agência e pediu que todo o dinheiro fosse colocado em uma bolsa. Segundo testemunhas, os suspeitos não estavam armados e fugiram sem ferir ninguém.
FONTE: http://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/noticia/2016/02/pm-registra-assaltos-agencias-lotericas-e-correios-no-sul-de-minas.html
CORREIOS GUARDA MAIS DE 7 MIL DOCUMENTOS PERDIDOS NO CARNAVAL
O serviço de “Achados e Perdidos” dos Correios armazena documentos pelo período de 60 dias
As agências de Correios de todo o País receberam, entre os dias 5 e 15 de fevereiro, mais de 15 mil documentos pessoais perdidos. Destes, cerca de 7 mil ainda aguardam retirada, boa parte concentrada em São Paulo (1.545), Rio de Janeiro (1.286) e Minas Gerais (889).
Assim, quem perdeu algum documento, antes de tirar segunda via, deve buscar no site da empresa ou ligar para a Central de Atendimento: 3003 0100 (capitais e região metropolitanas) e 0800 725 7282 (demais localidades). E quem encontrar alguma documentação, pode depositar em caixas de coleta ou entregar na agência dos Correios mais próxima.
Amplamente procurado no período do carnaval, o serviço de “Achados e Perdidos” dos Correios armazena documentos pelo período de 60 dias, podendo ser enviados para a agência mais próxima da moradia ou local de trabalho do proprietário, caso este se encontre fora de seu domicílio. Após esse prazo, os documentos são encaminhados ao órgão emissor de origem.
Rio 2016
O serviço também estará disponível durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, período de grande movimento de pessoas, principalmente na cidade do Rio de Janeiro. O maior evento esportivo do mundo no Brasil, a partir de agosto, contará com um projeto especial de Achados e Perdidos, com serviço logístico reforçado inclusive para turistas estrangeiros, que poderão procurar e entregar documentos nas agências dos Correios.
FONTE: http://www.brasil.gov.br/cidadania-e-justica/correios-guarda-mais-de-7-mil-documentos-perdidos
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
AGÊNCIA DOS CORREIOS E DO BB SÃO ALVO DE CRIMINOSOS EM DOIS RIACHOS
A ação criminosa de uma quadrilha especializada em roubo a banco assustou moradores de cidade de Dois Riachos na madrugada desta sexta-feira (19). O bando invadiu uma agência bancária e também a agência dos Correios da cidade. Testemunhas relatam que pelo menos quatro carros davam cobertura a cerca de 15 homens.
Parte da quadrilha cercou o GMP da cidade e o restante do bando se dirigiu até uma agência Banco do Brasil, onde usaram explosivos para danificar os caixas-eletrônicos. A tentativa do bando deu errada e os criminosos não conseguiram levar nada da agência bancária.
Outra parte do grupo se dirigiu até uma agência dos Correis, onde também usaram explosivos. A polícia ainda não confirmou se os criminosos conseguiram levar alguma coisa.
Testemunhas relataram à polícia que o bando usou na fuga uma Hilux de cor prata, e também um Fiesta azul, além de outros dois carros de modelos não identificados. Um vigilante ainda foi feito refém e abandonado na saída da cidade, próximo a BR 316.
Até a publicação desta matéria não há confirmação da prisão de suspeitos.
FONTE: http://www.alagoas24horas.com.br/954680/agencia-dos-correios-e-caixas-eletronicos-sao-alvos-de-criminosos-em-dois-riachos/
GRUPO EXPLODE CAIXAS ELETRÔNICOS E ARROMBA AGÊNCIA DOS CORREIOS EM AL
Ação aconteceu no centro da cidade durante a madrugada.
Bandidos colocaram grampos na rua para impedir ação da polícia.
Um grupo de cerca de 10 pessoas explodiu, na madrugada desta sexta-feira (19), caixas eletrônicos do Banco do Brasil e arrombaram uma agência dos Correios na cidade de Dois Riachos, no sertão do estado. Eles também quebraram os vidros de um prédio onde fica uma agência do Bradesco.
A ação dos criminosos foi registrada por volta de 3h. Segundo a Polícia Militar, um grupo de 10 a 12 pessoas chegou em três carros, uma hilux prata, um fiesta azul e outro de modelo não identificado e explodiram os caixas do Banco do Brasil, usando dinamites
De acordo com a supervisão do 7º Batalhão de Polícia Militar (BPM), os bandidos deixaram para trás dois pacotes com cerca de 3 bananas de dinamite em cada um. O gerente do banco esteve no local e constatou que os criminosos não conseguiram levar nada.
Ainda segundo a PM, o grupo que estava em um dos carros colocou grampos em frente à sede do Grupamento de Polícia Militar (GPM) para impedir que a ação da polícia, enquanto outro carro fechou a rua que dá acesso ao banco durante cerca de 25 minutos.
Segundo testemunhas, durante a fuga, os bandidos levaram um vigilante da cidade como réfem e o abandonaram na entrada da cidade, sem ferimentos. A PM informou que o grupo fugiu em direção a uma estada que dá acesso a cidade de Águas Belas, no agreste de Pernambuco.
Militares do Pelotão de Operações Especiais (Pelopes) e da Rádio Patrulha (RP) também fizeram rondas na região, mas não encontraram os suspeitos. O esquadrão anti-bombas do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) está no local.
FONTE: http://g1.globo.com/al/alagoas/noticia/2016/02/grupo-explode-caixas-eletronicos-e-arromba-agencia-dos-correios-em-al.html
SUSPEITO DE ASSALTAR AGÊNCIA DOS CORREIOS EM CIDADE DE MT É PRESO
Outro suspeito do crime morreu em suposta troca de tiros com a PM.
Assalto à agência de Matupá ocorreu na quinta-feira (18).
O assalto na agência dos Correios a Matupá ocorreu por volta do meio-dia. Armados com pistolas, dois bandidos invadiram o local e cometeram o crime.
Na fuga, porém, foram abordados por uma equipe do Bope que estava no local para cumprir uma desapropriação de área em Novo Mundo. Os policiais do Batalhão de Operações Especiais haviam sido acionados pela PM local, que repassou as características dos dois ladrões.
Dois suspeitos em uma moto foram abordados já na região de Guarantã do Norte, que fica a aproximadamente 25 km de Matupá. Segundo o Bope, logo que viram a viatura da polícia, os dois começaram a atirar. Após troca de tiros, o que estava na garupa da moto foi atingido por um tiro. Ele foi levado ao Hospital Regional de Guarantã, mas morreu.
O suspeito que pilotava a moto foi preso e levado à delegacia de Guarantã do Norte. Ele tem 23 anos, tem condenação por roubo e, segundo informações da PM, fugiu da Cadeia Pública de Peixoto de Azevedo. Com ele, a polícia apreendeu duas armas e a moto que teria sido usada no assalto.
FONTE: http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2016/02/suspeito-de-assaltar-agencia-dos-correios-em-cidade-de-mt-e-preso.html
BANCO DO EUA DIZ QUE BUSCA ACORDO COM POSTALIS SOBRE INVESTIMENTOS PREJUDICIAIS
| Luis Macedo / Câmara dos Deputados Eduardo Adriano Koelle disse que espera uma contraproposta do fundo de pensão dos Correiros, Postalis O presidente para América Latina e CEO no Brasil do banco BNY Mellon, Eduardo Adriano Koelle, disse nesta quinta-feira (18), em depoimento à CPI dos Fundos de Pensão, que o fundo de pensão dos Correios Postalis recusou em janeiro uma tentativa de acordo para reaver os recursos perdidos com investimentos prejudiciais. O banco norte-americano aguarda uma contraproposta. Em 2015, o BNY teve R$ 250 milhões retidos pela Justiça para garantir perdas do Postalis. O fundo de pensão pretendia aplicar recursos em títulos da dívida externa brasileira, mas, em 2011, esses papéis foram trocados por bônus argentinos e venezuelanos. O negócio causou prejuízo de R$ 190 milhões. Segundo Koelle, o BNY nega qualquer envolvimento, alegando que as decisões de investimento cabem ao gestor, o Postalis, e não ao banco, que administrava os recursos. “O BNY era apenas o fiduciário desses investimentos. Não posso fazer julgamento sobre a estratégia de investimentos.” Negligência Em dezembro, a CPI dos Fundos de Pensão ouviu, em reunião reservada, dois ex-dirigentes do BNY Mellon. Eles apresentaram aos parlamentares uma carta, na qual relatam negligência do banco nos investimentos do Postalis. Contradições O relator da CPI, deputado Sergio Souza (PMDB-PR), apontou contradições entre Koelle e outras testemunhas ouvidas. Ele lembrou ainda que nos Estados Unidos o banco ressarciu prejuízos aos fundos de pensão, em um acordo de US$ 700 milhões, e pediu solução semelhante para o Postalis. Vice-presidente da CPI, o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) também defendeu a devolução de recursos ao Postalis. “Está claro como dia que houve fraude. Queremos que o mesmo procedimento adotado nos Estados Unidos ocorra aqui.” Responsabilidade solidária Para o presidente da CPI, Efraim Filho (DEM-PB), o BNY Mellon tem responsabilidade solidária. “Em vários negócios, o banco é gestor e não só administrador fiduciário.” Efraim Filho enfatizou, ainda, que houve omissão do banco em identificar fraudes. “O ex-presidente do banco Zeca Oliveira esteve aqui e nos entregou documento público afirmando ter ocorrido erro operacional na operação que causou prejuízo ao Postalis, que poderia ter sido evitado se houvesse sido adotado critérios mais rigorosos de controle”, afirmou. FONTE:http://www.cenariomt.com.br/noticia/505614/banco-dos-eua-diz-que-busca-acordo-com-postalis-sobre-investimentos-prejudiciais.html |
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