quarta-feira, 13 de setembro de 2017

ATA DA PRIMEIRA REUNIÃO DA FENTECT E ECT DO ACORDO COLETIVO 2017-2018

ATA DA PRIMEIRA REUNIÃO DA FENTECT E ECT DO ACORDO COLETIVO 2017-2018










FONTE:

CRIMINOSO É BALEADO APÓS TENTAR ROUBAR CORREIOS EM SÃO LUIZ DO PARAITINGA

Polícia apreendeu duas armas com os assaltantes em São Luiz do Paraitinga (Foto: Divulgação/Polícia Militar)
Um homem foi baleado pela Polícia Militar em uma troca de tiros após uma tentativa de roubo aos Correios de São Luiz do Paraitinga. Ferido, ele entrou no rio Paraitinga e não havia sido localizado até a publicação da reportagem.

O roubo aconteceu por volta de 9h30, quando três homens invadiram a agência. O sistema de segurança do imóvel identificou a ação e a polícia foi acionada. De acordo com a PM, ao chegar no local, clientes relataram que os funcionários estavam rendidos em uma segunda sala. A polícia entrou na área e encontrou dois homens, um deles armados. Eles foram detidos.

Um terceiro assaltante fugiu pelo forro da agência. A polícia perseguiu o homem e houve troca de tiros. O criminoso foi ferido, mas fugiu pelo rio Paraitinga - uma arma foi encontrada próxima à mureta do rio por onde ele passou. Bombeiros realizavam, na tarde desta segunda, buscas pelo homem.

Os outros dois envolvidos, que são de São Paulo, foram levados para a delegacia e ficaram detidos - um deles já tinha passagem por roubo. Não há informações se o terceiro homem conseguiu levar algum item da agência.

Segundo a polícia, há um quarto envolvido no crime. Ele estaria do lado de fora dos Correios, em um carro, e daria apoio para a fuga dos assaltantes. A polícia vai procurar imagens de câmeras de segurança para identificar o veículo.

Os Correios informaram em nota que, por segurança, não podem dar detalhes da ocorrência. "A agência está fechada para apuração interna pelos Correios. A previsão é que o atendimento ao público seja retomado nesta quinta-feira", informaram.

FONTE: https://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/criminoso-e-baleado-apos-tentar-roubar-correios-em-sao-luiz-do-paraitinga.ghtml


terça-feira, 12 de setembro de 2017

COMANDO E ASSESSORIA JURÍDICA DA FENTECT SE REÚNEM EM PREPARAÇÃO PARA A CAMPANHA SALARIAL


Hoje (11), o Comando de Nacional de Mobilização e Negociação da FENTECT (CNMN) se reuniu com a assessoria jurídica da federação para esclarecer algumas dúvidas e debater estratégias para o início das negociações da campanha salarial, que se amanhã às 10h30, na Unico, em Brasília.
Entre os temas debatidos estavam a existência das cláusulas formadas anteriormente por meio do acordo coletivo; trâmites legais para cumprimento de calendário e deflagração de greve; súmula 277 do TST, a aplicação da reforma trabalhista, entre outros.
O comando de negociação também discutiu assuntos internos da organização para o início das negociações, que promete ser umas das mais difíceis da categoria.
A união e a participação de todos é muito importante neste momento. Atendentes, carteiros, OTTs e administrativos são a mola mestra desta importante empresa.

Todos os esforços serão despendidos para que as negociações coletivas avancem e, ao final, seja possível conquistar direitos e prezar pela manutenção dos empregos de cada ecetista.

FONTE:http://www.fentect.org.br/noticia/comando-e-assessoria-juridica-da-fentect-se-reunem-em-preparacao-para-a-campanha-salarial/


domingo, 10 de setembro de 2017

AVALIAÇÃO DA CAMPANHA SALARIAL DOS CORREIOS 2017-2018: POR JOEL ARCANJO MRL-RJ



No dia 22 de agosto de 2017 o Vice-Presidente do TST, Ministro Emmanuel Pereira, fez uma proposta totalmente fora da pauta agendada para a audiência de conciliação pré-processual em relação ao plano de saúde dos trabalhadores dos Correios. Isso porque a citada audiência tinha como premissa encontrar uma solução negociada, especificamente, em relação ao custeio do plano. Para surpresa de todos (ou seria quase todos) o ministro propôs que a questão do plano de saúde fosse discutida com mais “tranquilidade” com a prorrogação até 31 de Dezembro do atual Acordo Coletivo de Trabalho, que encerrou sua vigência no mês de Agosto. Em contrapartida o ministro exigiu que os dirigentes sindicais se comprometessem em não haver qualquer tipo de greve durante este período. As clausulas ficariam como estão, sem qualquer garantia de aumento no período. Só após um acordo no plano de saúde seria iniciada as tratativas das demais questões do ACT.
Para alguém que olhar esta proposta fora do contexto fica a impressão de que há uma tentativa de proteger os direitos garantidos, elencados no ACT. Um erro fulcral.
A proposta do ministro se fosse aprovada, poderia transformar-se em uma arma devastadora contra os trabalhadores na relação negocial. Daí a grande contrariedade e a desconfiança gerada.
Claro que uma contrariedade neste estágio carece de uma contundente assertiva, fundamentada com amplos argumentos; por isso vamos a eles:

Fere o direito fundamental da auto composição de conflitos coletivos trabalhistas

O artigo 611 da CLT é claro quando cita a negociação que deve acontecer entre as representações dos trabalhadores e das empresas, sem interferência, a menos que sejam esgotados os meios para um acordo, logo a intervenção do TST neste momento atropela qualquer tipo de tentativa de se alcançar um acordo pela via tradicional, não judicial. O ATO168/TST. GP, que regula a conciliação pré-processual, cita as condições para tal  que são: “Relações jurídicas passíveis de submissão a dissídio coletivo de natureza econômica, jurídica ou de greve”. Não parece de bom censo impor uma mediação de uma negociação que sequer começou (A ECT suspendeu a reunião que iria dar início a discussão do ACT). Aceitar a proposta do ministro seria referendar a usurpação de competência dos sindicatos, representados pela Federação, em negociar com a empresa livremente. O processo negocial sempre aconteceu normalmente sem a intervenção do poder judiciário, inclusive havendo muitos acordos. Sempre que houve a participação do TST foi após o esgotamento dos debates num amplo calendário aprovado em comum acordo.

Congela todos os valores econômicos aumentando o prejuízo

A simples prorrogação do ACT já configura um claro aprofundamento das perdas salarias, uma vez que, não garantem sequer a reposição da inflação, que pelos índices mais modestos estão em 3%. O Ministro foi enfático em afirmar que tais perdas não estão garantidas e serão passíveis de negociação posterior. Haverá um acúmulo de perdas em salários e benefícios, além do efeito cascata em adicionais e vantagens.

Empurra a negociação para a vigência da contra reforma trabalhista aprovada

O aspecto mais desastroso da proposta do Ministro é o de levar a negociação do ACT para Janeiro de 2018. Nunca é de mais lembrar que no dia 12 de Novembro próximo entra em vigor a nova lei trabalhista que é encarada por todos como um retrocesso. Levar as negociações para depois da vigência da lei pode fragilizar ainda mais a correlação de forças, aumentando as pressões e dando ferramentas para a empresa impor contrapartidas desvantajosas e acordos regionais.

Cria um precedente perigoso

Caso o Tribunal, o Governo e a Empresa obtenham êxito em neutralizar a força dos trabalhadores, poderão usar a fórmula em outras categorias e assim acabarem com a resistência histórica contra os ataques.

SEM GREVE, SEM FORÇA


A greve é o último recurso do trabalhador contra os desmandos da Empresa. A proposta do Ministro tira dos trabalhadores esse direito consagrado na lei e abre uma lacuna perigosa para a ECT que é conhecida na prática de descumprir os direitos dos trabalhadores. Não poderá haver paralizações se, por exemplo: faltar água, mudarem as regras de distribuição, faltar segurança, houver excesso de serviço e convocações para horas extras, transferências arbitrárias, descredenciamentos no plano de saúde entre outros problemas, embora haja dirigentes sindicais que acreditam que esta proposta é boa, creio que estas colocações possam servir para enriquecer as reflexões e nos levar a um melhor esclarecimento.

FONTE:
Joel Arcanjo Pinto
Reg. MTe 38.372 RJ 


sexta-feira, 8 de setembro de 2017

VÍDEO MOSTRA ASSALTO A AGÊNCIA DOS CORREIOS EM MT; TRIO É PRESO


Três assaltantes invadiram a agência dos Correios de Juscimeira (157 quilômetros de Cuiabá) e ameaçaram funcionários durante um assalto ocorrido na tarde da quarta-feira (06).

A ação dos bandidos foi gravada pelo circuito de segurança da agência. Dois assaltantes pulam o balcão e rendem dois funcionários que estavam no local. 

O rapaz que fica do lado de fora do balcão ameaça atirar nos funcionários e aponta a arma para eles. Os bandidos ainda tentam abrir o cofre, mas não tem êxito. O trio fugiu do local após levar R$ 146,00 em dinheiro e o celular do gerente.

Com as imagens, a polícia identificou Ananias Junior Martins De Matos, 18 anos, Cleverson Goncalves, 28 anos, e Giovany Santos Nogueira, 22 anos. 

Mais tarde já, na cidade de Rondonópolis, os suspeitos foram localizados e trocaram tiros com a polícia. Na perseguição, eles tentaram atropelar um policial militar e fugiram para uma mata. 


No confronto, um dos bandidos foi atingido no abdômen. Ele foi socorrido e levado ao hospital. Os outros dois foram presos e encaminhados para Delegacia de Rondonópolis.

FONTE:http://www.folhamax.com.br/policia/video-mostra-assalto-a-agencia-dos-correios-em-mt-trio-e-preso/138007


segunda-feira, 4 de setembro de 2017

XIX CONSELHO DE SINDICATOS DA FENTECT

Emerson MRL-SP Joel MRL-RJ Ueber MRL-GO Sergio MRL-SE
Começou hoje em Brasília, o XIX Conselho de Sindicatos (Consin). O conselho é formado por representantes da diretoria colegiada da FENTECT e 01 (um) representante de cada sindicato filiado.
No encontro estão sendo discutidos vários assuntos de interesse da nossa categoria como: Conjuntura geral e de Correios,Demissões, Segurança nas Agências, Fechamento de Agências, suspensão de férias, DDA, OAI, CDD virtual,  e principalmente os reflexos da reforma trabalhista , os ataques contra nossa campanha salarial e nosso plano de saúde etc.
A pluralidade de opiniões é a tônica do encontro,elevando o nível dos debates e aprimorando as relações entre os participantes.
O encontro visa criar os meios necessários ao cumprimento da agenda de lutas, aprovada no Conrep e na unanimidade das últimas assembleias.

É muito importante que toda a categoria Ecetista esteja atenta e unida para se defender dos ataques que serão feitos pela ECT e representantes do Governo.


O MRL está participando de forma ativa dos debates e espera que as deliberações aprovadas no Consin venham contribuir para o crescimento da consciência e da participação do conjunto dos trabalhadores.

FONTE:

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

CAMPANHA SALARIAL, UM POUCO MAIS DO MESMO

CAMPANHA SALARIAL 2017
Todo ano assistimos a mesma narrativa. Mudam as personagens e o discurso da direção dos Correios se repete: É impossível atender as demandas, pois a pauta inviabilizaria o orçamento; A empresa está em contínuo déficit e exige sacrifícios; Os corte são necessários para manter a saúde financeira e por fim, a empresa está quebrada.

Ouço esta ladainha há muito tempo, contudo o que vemos na realidade é uma gastança desenfreada em total desalinhamento com os objetivos do negócio e uma total incapacidade da gestão em dar uma resposta satisfatória. Gastos, declínio financeiro e administrativo, falta de diálogo são a máxima do momento.

Patrocínios, subsídios, viagens, convênios, parcerias, consultorias, bem como outras tantas ações, não tem surtido o efeito de alavancar a marca e também não tem gerado satisfação para os clientes e nem para os funcionários.
A narrativa plantada na mídia alinhada, paga, de que os trabalhadores dos Correios gozam de uma série de privilégios, soa como um mantra para os ouvidos ávidos por soluções fáceis, porém o buraco, sem metáforas, é bem mais em baixo.

O declínio na qualidade do serviço está diretamente ligado à opção diretiva, de quem resolveu enxugar a folha de pagamento com planos de demissão, abrindo mão da expertise acumulada sem a devida realocação de mão de obra, tudo isso respaldado por pareceres de consultorias contratadas de forma pouco transparente. Cabe também ressaltar que a reestruturação da cadeia  de comando, mantendo os cargos do auto escalão e extinguindo de forma generalizada funções intermediárias tem afetado o desempenho. Numa coisa a Administração Central está quase equiparando todos: Na exploração pelo excesso de atribuições. Parece que a destruição é proposital.

O processo negocial tem que ser transparente e subsidiado pelos resultados da ECT, abandonando o comportamento deletério que tem prevalecido em outras negociações. É de suma importância abrir a caixa preta que se transformou as contas da empresa. Já passou da hora dos trabalhadores que lutam cotidianamente contra os problemas da ECT participarem de forma efetiva dos planos que visem resolvê-los. Até quando a direção vai achar que de forma monocrática irá solucionar tais problemas?

Sem a participação efetiva dos trabalhadores este quadro tende agravar-se, com cada vez menos vontade da direção da empresa em ouvir as representações sindicais. A organização e mobilização são fundamentais neste cenário de embates. Cada trabalhador é protagonista neste momento de severos ataques ao nosso emprego e por extensão, nossa família. Vamos à luta!


Joel Arcanjo Pinto

Reg. MTe 38.372 RJ