quinta-feira, 21 de agosto de 2014

MRL.:Campanha Salarial 2014

Fentect

ECT adia mais rodada de negociação e insiste em mesa única

21/08/2014
Após a reunião para o ACT/2014, do dia 19 de agosto, entre o Comando de Negociação da Fentect e a ECT, ter sido adiada, no dia 20, pela segunda vez, o debate também permaneceu sem grandes avanços, tendo em vista que a empresa insiste em uma mesa única, embora a Findect não ceda à exigência da ECT. No mesmo dia, o Plantão da Negociação Permanente foi publicado com a informação de que as negociações do ACT/2014 serão em mesa única, o que causou insatisfação no Comando da Fentect, que exigiu explicações por não ter sido comunicado oficialmente sobre a decisão. Por isso, foi solicitada a retificação do Plantão.
Para os trabalhadores, representantes da Fentect, independente do modelo de organização da mesa, estabelecida pela ECT, é importante que haja negociação, visando benefícios para os trabalhadores que aguardam os resultados. "Precisamos pressionar para que a empresa respeite os funcionários",ressaltou o secretário-geral da Fentect, membro do Comando de Negociação, José Rodrigues dos Santos Neto (PI). 
Uma das estratégias do Comando para manter o foco das negociações, foi decidir pela manutenção do calendário estabelecido no Conselho. "A proposta é defendermos um modelo único de negociação e não nos submeter à ótica da Findect", completou o representante do Rio de Janeiro Emerson Marinho.
É relevante que a Federação siga o calendário, sem ceder à pressão da empresa, valorizando sempre a luta da categoria. "A burocracia é importante e deve acontecer, mas, se deixarmos a ECT e o TST dizer o que devemos fazer, isso pode atrasar todo o processo de acordo", finalizou o membro do Comando, Rogério Ubine (RPO).

terça-feira, 19 de agosto de 2014

MRL.:Joel Arcanjo,Comando de Negociação,informativo

Caros companheiros,




Como é sabido por todos,a ECT não conseguiu dar andamento ao seu  plano de fazer a dita mesa única,pois desde o início os comunistas e PMDbistas da findect,pusseram algumas barreiras para a dita mesa.

Em primeiro lugar queriam a mesa só para as cláusulas econômicas e em segundo ,limitavam a participação ao veto aos representantes de suas bases no comando da Fentect.Tal postura foi criticada até mesmo pelo bloco atuação.

Devido ao novo cenário,da reunião com o Vice presidente do TST para intermediar o pagamento da PLR,na semana passada,os representantes da mesa de negociações da ECT se viram em uma sinuca de bico,pois o ministro conseguiu ,em tese,o que eles não foram capazes,gerando uma crise tanto com o governo ,que deve ter pressionado,quanto com o Bloco Atuação que foi pressionado a rever sua possição contrária a mesa naquele formato inicial.

O resultado veio hoje,pois ficamos mais de três horas esperando esta tarde,para uma reunião que por fim não aconteceu.
A ECT apresentou de maneira informal que só dá prosseguimento as negociações se houver uma unificação da mesa ,porém não apresentaram  de forma clara o formato.

Avaliamos que aceitar os termos impostos pela findect é uma desmoralização sem precedentes e que a empresa tenta com isso ganhar tempo ,pois o tempo do registro provisório da Findect esta acabando e a Fentect já cobrou providências do Ministério do Trabalho,quanto a legalidade.Isso pode mudar o quadro.

Temos que manter a pressão para dificultar as ações de desmonte da negociação por parte da ECT e forçarmos os grupos se posicionarem  de forma clara. 
Volto a repetir meu tel de brasília  61 94133161 Claro

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

PLR.:MAIS UM CAPÍTULO DESSA NOVELA SEM FIM

Vice-presidente do TST formula proposta sobre o PLR para negociação com a ECT

FENTECT

14/08/2014
O ministro do Tribunal Superior do Trabalho Ives Gandra Martins Filho recebeu, na manhã desta quinta-feira, dia 14 de agosto, os membros da Fentect para uma nova mediação sobre o pagamento do PLR/2013, ainda devido pela empresa aos trabalhadores. Conforme determinação do Tribunal, a reunião foi realizada na presença da Findect. Foi acordado, com o vice-presidente, que será proposto à empresa o valor mínimo de R$ 940,00 a ser pago ano a ano, aos funcionários, sobre 2013 e 2014, além disso, para 2015, critérios mais simples, sem avaliar ou julgar as faltas, com método linear, não sendo admitido parcela estratégica. "Realmente, muitos métodos de avaliação são mal utilizados e acabam visando apenas o lucro, não a produtividade do trabalhador. Vamos trabalhar com resultados. Todos vão receber", afirmou o ministro. 
Para os trabalhadores, não é justificável o argumento da ECT sobre a queda do lucro. "A empresa é pública, com um regime, desde a época da ditadura, rigoroso, com metas absurdas. Se concordarmos com mais critérios para receber o PLR, vão nos pressionar mais ainda, resguardando privilégios a outros servidores", ressaltou o secretário-geral da Fentect, José Rodrigues dos Santos Neto.  Outro ponto negativo para os ecetistas, é quanto à posição de uma empresa que gasta milhões com patrocínios e a manutenção da marca. "Ela fez a sua opção política de negócio, mas os trabalhadores não foram consultados. Penalizar-nos pelas decisões da má gestão da empresa é muito ruim", alertou o representante do Rio de Janeiro, Joel Arcanjo Pinto. 
O vice-presidente do TST avisou que será realizada uma reunião com a ECT na próxima semana para apresentar as propostas levantadas durante o encontro de hoje, com os ecetistas.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

MRL.:Campanha Salarial 2014




ECT apresenta indicadores financeiros e levanta mais dúvidas sobre má gestão na empresa
Mais uma vez, no dia 13 de agosto, os trabalhadores dos Correios, representantes de sindicatos de todo Brasil, membros do Comando de Negociação da Fentect, se reuniram com a direção da ECT. Na última quarta-feira, fechando a semana, foram realizadas apresentações dos indicadores financeiros e os custos operacionais da empresa, que demonstram uma queda na receita, no último semestre, em comparação ao mesmo período em 2013, com ganhos de até R$ 116 milhões, no ano anterior, contra um prejuízo de R$ 129 milhões, em junho deste ano, nas operações da ECT.

Diante das apresentações do dia, não ficou claro para os trabalhadores onde a empresa tem investido, já que é possível observar apenas o sucateamento de diversos setores. "A impressão que nos passam é que a ECT não é um negócio rentável, visto que, mesmo com o aumento das operações, as despesas têm crescido nos últimos tempos. Se vocês têm esses dados, então, quem decide, por exemplo, por fazer ajustes na logo, gastando até mais de R$ 40 milhões com publicidade? Por que, ainda assim, tomam decisões de alto custo e risco, prejudicando apenas os funcionários? Esse faturamento não condiz com a quantidade de material e serviço que temos no dia a dia", indagou o representante do Comando Edson Dorta Silva (CAS).

Outra dificuldade para os membros do Comando da Fentect, foi encontrar, nas demonstrações, especificações dos gastos, com os devidos comparativos em cada área. "É necessário um detalhamento, para sabermos, por exemplo, quanto a ECT está gastando em cada segmento, e a justificativa para os gastos com a gerência em viagens e representações. O presidente sempre diz em entrevistas que está tudo uma maravilha e ainda conta que vai investir em inovações", protestou Joel Arcanjo Pinto (RJ).

De acordo com a direção da ECT, novas parcerias estão sendo feitas para a modernização da empresa. Além disso, sobre as Olimpíadas, informaram que o dinheiro não será investido apenas em um exercício e que a empresa será operadora logística, garantindo retorno. Para Moisés da Silva Lima, representante do sindicato do Vale do Paraíba, o investimento nos setores não custa um terço do que é gasto com patrocínios. "Enquanto isso, não recebo um par de tênis há dois anos para trabalhar. Não seria a hora de diminuir os gastos?", questionou.

Segundo dados expostos aos ecetistas durante a reunião, a maior despesa da empresa é com pessoal. A ECT gastou R$ 840 milhões a mais do que ganhou, no período de 2013-2014, o que representa 71,9%. Em períodos anteriores, como em 2013, esse percentual era de 60,41%; em 2010, 56,23%; em 2006, 50,04%, e em 2002, 41,72%. Indenizações por atrasos e extravios somam mais de 90%, e, para completar o quadro, os dirigentes da empresa afirmam que muitos chefes não estão preparados para liderar na ECT e precisam ser treinados.

O que os trabalhadores notam é uma instabilidade e a queda da qualidade. Para o diretor da Fentect, membro do Comando de Negociação, Rogério Ubine (RPO), é necessária uma campanha institucional. "Não adianta trabalhar em cima de índices que não são reais", alegou. Luciano Oliveira, também representante do sindicato de Ribeirão Preto, afirma que os ecetistas trabalham em uma empresa de comunicação que não se comunica. "Ou falta interesse das pessoas em saber ou dos gestores em informar", ressaltou sobre os indicadores repassados na reunião.

Além das apresentações dos dirigentes da ECT, as partes ainda fizeram a leitura das cláusulas que serão discutidas semana que vem, durante a próxima reunião, no dia 19 de agosto.

FENTECT-INFORME 61

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

MRL.:Campanha Salarial 2014

Terça-feira tem debates intensos entre o Comando de Negociação e a ECT

13/08/2014
Dando continuidade às reuniões do Acordo Coletivo 2014, o Comando de Negociação da Fentect se reuniu nessa terça-feira, dia 12 de agosto, na Universidade dos Correios, para as manifestações sobre as propostas apresentadas pelas partes. Os temas debatidos foram Anistia, Assédio Sexual e Moral, Discriminação Racial, Garantias à Mulher Ecetista, Licença Adoção, Período de Amamentação e Prorrogação da Licença Maternidade.
Já no primeiro ponto, o secretário-geral da Fentect, José Rodrigues dos Santos Neto (PI), apresentou proposta de paridade nas diligências da Comissão de Anistia, negada pela empresa, que alega se tratar de um debate técnico, jurídico, e não político. José Rivaldo da Silva (SP) destacou que, com a atuação nos processos foi possível adquirir provas em muitos casos. “O ideal é sentarmos com a comissão nomeada desde o início, inclusive, fazendo diligências”, reforçou. Dentre as sugestões da Fentect acatadas, a ECT não vai se ater à apenas uma lei para os casos de anistia, dando mais abrangência ao tema, e irá criar um regimento para o funcionamento da comissão.
Outra exigência do Comando de Negociação foi quanto à reintegração de mais de 50 trabalhadores desligados de seus cargos pela Portaria 372. De acordo com a empresa, todos foram cumpridos por decisão judicial, mas os dirigentes vão providenciar os documentos para posterior avaliação.
A saúde e a qualidade de vida e serviço das mulheres também foram discutidas na reunião. Amanda Corcino (DF), única mulher representante no Comando, solicitou à empresa que tire das ruas as carteiras grávidas a partir do primeiro mês de gestação, evitando riscos à saúde da mãe e do bebê. Representantes dos Correios afirmaram que não se trata de estado de doença, mas de saúde. Para eles, caminhar faz bem durante esse período. “Vamos fazer uma discussão humanitária. Pedimos algo simples, que as mulheres carteiras trabalhem internamente durante todo o período de gravidez”, questionou Edson Dorta (CAS).
Uma proposta de adequação se deu em relação aos uniformes, inadequados ao porte físico das mulheres trabalhadoras. Representantes da ECT contaram que estudos estão sendo elaborados para a mudança, levando em conta, mobilidade e transpiração, por exemplo, mas pediram um prazo mais extenso, até dezembro, alegando que comprar pela empresa é difícil.
Amanda ainda solicitou que a participação dos trabalhadores seja aceita durante todo o processo na escolha do novo uniforme e o representante de Santos, Francisco José Nunes completou que os estudos não podem ser para daqui a três anos. “Queremos um Acordo Coletivo que empresa cumpra a partir do próximo ano”.
Para a prorrogação da licença maternidade, com direito a tempo para adaptação da criança à creche, a direção da ECT vai rever a legislação com mais critério. Sobre os exames, como papanicolau, mamografia, ultrassonografia, ecografia, entre outros, foi informado que não existe mais tempo de carência, há dois anos, quando solicitados pelo médico.
Durante o processo seletivo para ingressar nos Correios, muitas mulheres são prejudicadas pelo teste físico, que preza mais pela força do que pela resistência, conforme o Comando de Negociação. Mais uma questão que deverá ser revista pela empresa. No caso de discriminação racial, foi solicitado pelos trabalhadores o cumprimento da lei 12990, o que, de imediato, se aplica aos Correios, de acordo com a ECT, além da implementação da política de inserção também no recrutamento interno, o que somente será possível com apuração de dados para adaptação à demanda do Comando. A empresa solicita quatro meses para averiguação. A comissão paritária, sugerida pelos trabalhadores para apuração dos casos de discriminação racial, foi aceita pela ECT. No que tange, também, à diversidade, os trabalhadores dos Correios solicitam inserção de ação específica referente à questão LGBT, já quanto à violência doméstica, período de 48 horas para transferência da vítima.
Assédio Sexual e Moral foi o último tema da pauta do dia. O Comando de Negociação afirmou desconhecer as atividades que a empresa diz promover para combater essas atitudes nos Correios, mas argumentou, também, contra o assédio institucional e as metas abusivas da ECT. Amanda Corcino relembrou que uma decisão do Ministério Público considerou ilegal esses atos. O comando ainda solicitou a participação dos sindicatos no acompanhamento das apurações dos processos abertos pelos trabalhadores. 
Para os trabalhadores, as cláusulas da ECT são genéricas e não representam mecanismos de comunicação entre a empresa e a Federação, para que os problemas sejam solucionados. A decisão da empresa foi de levar a proposta para estudar uma forma da comissão discutir o assunto e ajudar os trabalhadores. “Nossas cláusulas são mais objetivas, portanto, queremos mais atenção, detalhes sobre o que será feito, concretamente. Pedimos uma reavaliação”, finalizou o representante do Comando de Negociação da Fentect, Rogério Ubine (RPO)


Fonte:Fentect

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

NOTÍCIAS


POSTALIS e PDIA
Prezado Associado,
Divulgamos, abaixo, carta enviada ao Sr. Presidente dos Correios, Sr. Wagner Pinheiro, acerca do Postalis e suas implicações no PDIA.
Atenciosamente,
Diretoria Executiva da ADCAP Nacional.

CT/ADCAP – 060/2014 Brasília/DF, 11 de agosto de 2014.

Ao Senhor
WAGNER PINHEIRO DE OLIVEIRA
Presidente da ECT
SBN QD. 1 BL. “A” 7º ANDAR/ALA SUL – ED. SEDE/ECT
70002-900 Brasília-DF

Senhor Presidente dos Correios,

A imprensa nos tem trazido diariamente notícias preocupantes a respeito do Postalis. Além disso, boatos sobre déficits gigantescos a serem cobertos com a participação paritária dos trabalhadores circulam na Empresa, com valores diferentes mas sempre bilionários.

Num momento em que inúmeros trabalhadores se preparam para deixar os correios no PDIA, acolhendo a proposta feita pela Empresa (apesar do aviltamento das verbas envolvidas), estas ocorrências preocupam a ADCAP, pois não sabemos o que informar a nossos associados sobre os potenciais impactos de descontos ou reduções nas complementações de aposentadorias e outros benefícios, já que cálculos preliminares de simples proporção entre o patrimônio do fundo e os valores mencionados como potenciais déficits apontam cifras acima de 20%.

Assim, solicitamos enfaticamente a V.Sa. que, antes de haver qualquer desligamento no PDIA, os trabalhadores sejam devidamente informados dos potenciais impactos que os déficits atuariais do Postalis em 2013 e 2014 poderão trazer para seus benefícios e contribuições, de forma que tenham todas as condições de tomar sua decisão sabendo do cenário que os espera alguns meses à frente.

Importante considerar também o potencial efeito do RTSA ou saldamento, já que também circula a informação de que os trabalhadores terão que arcar com parte do valor respectivo.Acreditamos que isso é o mínimo que a administração da Empresa precisa fazer neste momento, independentemente de outras providências necessárias no POSTALIS. Não fazê-lo será induzir a erro muitos trabalhadores num momento muito importante na vida de cada um.



Maria Inês Capelli Fulginiti
Presidente em Exercício da ADCAP

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

PLR,Novela sem fim



 Para o TST, Mediação da PLR somente com a Findect e Fentect Unidas.


Para o TST, Mediação da PLR somente com A Findect e Fentect Unidas.

A intransigência e a falta de diálogo da ECT, levou a PLR até o Tribunal Superior do Trabalho. O TST chamou nessa quarta-feira (06/08) a Fentect para uma audência de mediação sobre opagamento do PLR 2013, ainda não realizado. De acordo com o vice-presidente do TST, ministroIves Gandra Martins Filho, é necessário tentar uma pauta comum com as duas federações juntas - a Findect e a Fentect.

O ministro afirmou que não será realizada reunião com a ECT enquanto o Tribunal não souber o que as federações realmente solicitam e espera resolver apenas com as mediações, de maneira informal, para evitar o dissídio coletivo.

Segundo o ministro, ele como conciliador, não medirá esforços para que saia uma proposta única por parte dos trabalhadores para que seja apresentada a ECT. Ressaltou ainda a importância de uma conciliação, para evitar assim, o dissídio.

A próxima audiência foi marcada para a próxima sexta-feira, dia 08/08.



Por:Mundo Sindical .

Campanha Salarial 2014

 07/08/14 - Resumo das Reuniões - ACT 2014/2015