sexta-feira, 5 de setembro de 2014

PLR,MAIS NOTÍCIAS


Boa tarde amigos, 


ASSSUNTO PLR


Hoje pela manha estivemos reunidos no TST para a audiência de Mediação sobre a PLR . O Ministro Ives Gandra, Vice-Presidente do TST, afirmou a Fentect que lutou muito com a ECT para construir uma proposta melhor, e que exigiu da ECT que não houvesse parcela corporativa pra gestão; disse ainda que os Correios conseguiram autorização do Dest para dobrar o valor inicial para distribuição, que era R$ 38 milhões e passou para R$ 76 milhões. Dessa forma, a proposta construída foi:

-Para PLR 2013, desse montante, R$ 38 milhões é linear e R$ 38 milhões seria dividido em 7 faixas salariais, desde que a diferença entre a menor e a maior não ultrapasse 5 vezes; e que seria impossível conseguir chegar a proposta dos trabalhadores;

-Para PLR 2014, 50% seria lucro líquido e 50% produtividade;
-Para PLR 2015, os critérios seriam debatidos antecipadamente, ainda esse ano.

Esses valores de 2013 estao muito abaixo da expectativa dos trabalhadores ecetistas, um valor aproximado de R$ 500,00 nao representa o faturamento record bruto de 16 bilhoes conseguidos pela empresa no ano passado. Nao vamos aceitar tambem nenhum atrelamento da PLR ao nosso ACT 2014/2015.




Vamos a luta companheiros! Sou Fentect, vai ter luta!!

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

MRL.:Campanha Salarial 2014




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Reajuste econômico da ECT frusta expectativas dos trabalhadores



Com uma proposta rebaixada, a direção da ECT, mais uma vez, decepcionou os trabalhadores ao apresentar a proposta de reajuste para assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho 2014/2015 de apenas 6,50230%, na reunião com o Comando de Negociação da Fentect, no dia 3 de setembro. 

Imediatamente, os trabalhadores apresentaram repúdio à posição da empresa, que não contempla a pauta de reivindicações, além de diminuir o poder aquisitivo dos ecetistas. Segundo os dirigentes da empresa, foi permitido pelo DEST o montante de R$ 43.672.425,01. Para o Comando, esse valor é menos significativo que o dinheiro gasto com a troca de logomarca e com patrocínio da empresa às Olimpíadas, por exemplo, que vão custar R$ 300 milhões.

Os trabalhadores também argumentaram sobre a perda salarial da categoria, acumulada em torno de 11,3%, segundo DIEESE. Para o Comando da Federação, os números apresentados pela ECT são incoerentes e insuficientes, por isso, solicitaram que sejam detalhados com mais eficiência, a fim de demonstrar o que realmente representam cada índice.

O Comando informou que, em relação à argumentação da empresa de que em ano eleitoral deve ser realizado o pagamento no valor da inflação, na visão da assessoria jurídica da Federação, esse problema é inexistente e, em breve, apresentará documentos que combatam esses argumentos. Sugeriu, também, que a empresa trabalhe com o montante apresentado de forma linear.

Algumas cláusulas que ficaram com soluções pendentes, também foram discutidas durante a reunião, como o tema referente ao acesso à dependências. Um documento básico deverá ser preenchido para solicitação de acesso às redes do ECT Normas, com login e senha individuais, onde constam todos os manuais da empresa. Sobre o reembolso creche e babá, a proposta é que as empregadas que recebem o benefício sejam convidadas para atividades aos sábados, e não convocada.

Outras quatro cláusulas foram apresentadas pela direção da empresa, como Ergonomia na Empresa, Baixa Umidade Relativa do Ar, Empregado Inapto para o Retorno ao Trabalho e Jornada de Trabalho para os Jornalistas. Porém, os representantes dos trabalhadores no Acordo Coletivo reforçaram a não evolução das negociações, principalmente, nas questões mais relativas à categoria, como entrega matutina, reajuste salarial com ganho real, reposição das perdas, implantação do vale cultura, manutenção dos Correios Saúde, fim das perseguições políticas, auxílio creche para todos os trabalhadores, entre outros benefícios.

A discussão prossegue até amanhã, dia 4 de setembro, quando serão discutidas as novas cláusulas lidas hoje na mesa e outros assuntos pertinentes.

O Comando de Negociação da Fentect contesta a proposta de reajuste econômico apresentada e promete levar a causa às assembleias para debate com as partes interessadas, os trabalhadores. Portanto, é imprescindível a mobilização dos ecetistas para que participem em seus estados, no dia 10 de setembro, a partir das 19 horas, e façam valer a luta por melhores condições de vida e trabalho na ECT.


FONTE: http://fentect.org.br/conteudo.php?LISTA=detalhe&ID=2299

terça-feira, 2 de setembro de 2014

MRL.:A NOVELA DA PLR NÃO ACABA








TST convoca a Fentect para divulgar decisão sobre a PLR





Após tanta luta, idas e vindas ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), a Fentect foi convocada para uma reunião, no dia 5 de setembro, às 9 horas, quando será apresentada a proposta do Tribunal sobre o pagamento da PLR. O TST, após se reunir com os membros da Federação, recebeu os representantes da ECT no dia 02 de setembro para destacar as 
reivindicações dos ecetistas.

Na reunião anterior, do dia 14 de agosto, com os trabalhadores, após as argumentações da Fentect, o ministro Ives Gandra Martins Filho concordou em apresentar à empresa a opção de pagamento do valor mínimo de R$ 940,00, a ser pago ano a ano, aos funcionários, sobre 2013 e 2014.



Além disso, para 2015, critérios mais simples, sem avaliar ou julgar as faltas, com método linear, não sendo admitido parcela estratégica. Na ocasião, o ministro ressaltou que os métodos utilizados pela empresa visam apenas o lucro, não a produtividade do trabalhador, e que é preciso uma decisão onde todos sejam beneficiados e recebam o que é de direito.

Portanto, na próxima sexta-feira, a Fentect estará presente no TST, para mostrar que permanece na luta em defesa de uma PRL mais justa e pontual para a categoria.

http://fentect.org.br/conteudo.php?LISTA=detalhe&ID=2297

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

NOTÍCIAS



Fentect realiza Seminário Internacional em combate à privatização e terceirização nos Correios

29/08/2014


Fentect realiza Seminário Internacional em combate à privatização e terceirização nos Correios

A Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect) está à frente da luta contra a privatização da ECT. São 25 anos de história, buscando garantias e mantendo a estabilidade dos trabalhadores dos Correios. No período da Campanha Salarial não poderia ser diferente. Em meio às negociações com a empresa por melhores condições de trabalho, saúde e salário, entre outras, a Federação promove o Seminário Internacional Contra a Privatização e Terceirização, nos dias 30 e 31 de agosto, em Brasília. O evento faz parte do Calendário de Lutas aprovado no 32º Conrep, em julho.  
Para dar mais enfoque e ressaltar a precarização que acontece atualmente nas agências de todo o Brasil, tanto com o patrimônio quanto, principalmente, com os funcionários, a Fentect pretende reunir os trabalhadores e levantar o debate. O objetivo é discutir as mudanças que a ECT realizou e pretende realizar, como com a criação da CorreiosPar, que entrega a gestão da empresa nas mãos de subsidiárias, além da comparação do processo de terceirização/privatização dos Correios no mundo inteiro, com exemplos práticos de Portugal e Argentina. 
Na programação constam temas como: Projetos de Transformação da ECT em Autarquia, com a coordenação de Asclepiades Antonio de Oliveira Filho e Alino e Roberto Advogados - Dr. Tércio Mourão; Correios Novos Negócios - CorreiosPar; Apresentação CTT - Correios Português - Das transformações à privatização, com o Secretário Geral do Sindetelco Portugal; Apresentação dos Correios Argentino - Da privatização à estatização, com o Secretário Geral da ATRAAC Argentina, Juan Palácios; Estudo sobre Terceirização - DIEESE, com Max Leno Almedida, e Terceirização no Brasil e nos Correios - Panorama das ações em curso, com Alino e Roberto Advogados – Dr. Adovaldo Filho e Dr. Tércio Mourão.
Serviço:
Tema: Seminário Internacional Contra a Privtização e Terceirização
Data: 30 e 31 de agosto
Horário: sábado - 8h30 às 18h
             domingo - 9h40 às 13h
Local: Laguna Hotel - Núcleo Bandeirante 

terça-feira, 26 de agosto de 2014

MRL.:ECT,PERCENTUAL DE REAJUSTE NOS BENEFÍCIOS

ATENÇÃO, PROPOSTA DE REAJUSTE-BENEFÍCIOS: ECT acaba de apresentar, ao Comando Nacional de Negociação da Fentect, a proposta de reajuste de 6,502315% nos benefícios. Veja a proposta, na íntegra, na foto.





Campanha Salarial

    Companheiros e companheiras, no dia de hoje, 26/08, nós do Comando Nacional de Negociação e Mobilização, da FENTECT, nos reunimos com a empresa para dar continuidade na negociação coletiva da campanha salarial 2014/2015. Como estava previsto desde a última reunião do dia 21/08, esta ocorreu em mesa única entre a empresa, comando amplo da FENTECT e a findect. A reunião se iniciou às 14:00 terminou por volta das 18:00.

    Hoje, a empresa apresentou o índice de reajuste para os benefícios. Um percentual de 6,5%, segue abaixo a proposta da empresa em valores:

Vale-Refeição/Alimentação - EMPREGADO: de 28,29 para 30,13;
Vale Cesta - EMPREGADO: de 158,45 para 168,75;
Vale-Refeição/Alimentação - ESTAGIÁRIO: de 185,08 para 197,11;
Vale-Refeição/Alimentação - JOVEM APRENDIZ/APOSENTADOS/PCD: de 14,15 para 15,07;
Vale-Transporte - RODOVIÁRIO: de 631,97 para 673,06;
Reembolso Creche/Babá: de 435,68 para 464,01;
Auxílio Especial: de 691,82 para 736,80;

   Esta foi a proposta apresentada pela empresa, que segundo ela, representa o índice de inflação do período, medida pelo IPCA, instituição que ela usa todos os anos, diga-se de passagem.

Sabemos, no entanto, que isso não representa o índice real de inflação. Basta irmos aos supermercados e veremos que os itens básicos para suprir as necessidades da família, o que tem feito muitos pais e mães ecetistas terem que complementar em dinheiro os custos com alimentação.

    Pedimos na nossa proposta, tirada no CONREP, um vale alimentação/refeição de 40,00, e a empresa apresenta um aumento de 1,84 encima do já temos. Reivindicamos um vale/cesta de 400,00, e, a empresa apresenta um reajuste de 10,67.
 
  Cobramos também um reajuste decente para o vale creche/babá, pois as mães tem encargos financeiros altos para contratar babá ou creche e a empresa ainda coloca uma série de burocracia nessa questão, o que dificulta ainda mais a vida das trabalhadoras. 

   Reivindicamos também que o auxílio creche/babá, seja estendido também a todos os homens trabalhadores ecetistas e que fosse um valor geral 1,5 salário míni mo. Não podíamos deixar de cobrar o auxílio combustível e, por final, um direito adquirido que já temos, que é o vale cultura.

 Que é lei federal e que o próprio TST já decidiu no julgamento do dissídio coletivo do ano passado, que a empresa deveria fornece-lo, a quem fosse de direito nos critérios da lei e a empresa descumpriu.

   Vários questionamentos foram feitos no sentido de mostrar à empresa que ela precisa melhor atender os trabalhadores nas suas reivindicações, pois trabalhamos muito, sob péssimas condições de trabalho.
 
  A empresa argumentou que diante da situação econômica e financeira que ela esta passando, não teria como melhorar a proposta, mas que estaria levando às áreas para análise (como ela sempre tem feito nas negociações).

   Questionamos então, o porquê de a empresa gastar mais de 300 milhões com patrocínio das olimpíadas e mais de 42 milhões em publicidade e mudança da logomarca, se ela está com dificuldades financeiras. E, na hora de "patrocinar" aquilo que ela tem de mais valioso, que é o trabalhador, que é aquele que produz a riqueza ela desconversa e diz que "está no vermelho".

   É de uma injustiça muito grande, a empresa reproduzir esta lógica capitalista, de lucrar a todo custo em detrimento de seus trabalhadores, sendo ela empresa pública.Trabalhadores esses que adoecido com a sobrecarga e as péssimas condições de trabalho, impostas pela empresa.

    A empresa apresentará sua proposta de índice de reajuste salarial na quinta-feira, dia 28, da qual não criemos expectativas, pois se a empresa vier com a inflação como proposta, vai ter greve.

   Por isso, guerreiros e guerreiras, vamos todos à assembleia dia 10/09, recusar esta proposta e instaurar o estado de greve. Vamos lotar as assembleias e mostrar para a empresa que unidos somos mais fortes.
 
  Este é o sentimento de todo o comando nacional de negociação e mobilização da FENTECT, POIS A CLASSE TRABALHADORA NUNCA CONQUISTOU NADA DE GRAÇA, SEM LUTA! E TODA VEZ QUE OS TRABALHADORES SE UNIRAM, A HIST´RIA MUDOU DE RUMO E NÓS SÓ VAMOS MUDAR ESTA TRISTE REALIDADE DE INJUSTIÇA E EXPLORAÇÃO, COM UNIDADE E MUITA LUTA.
SOU FENTECT, VAI TER LUTA!
SAUDAÇÕES SINDICAIS  



-- 
EVANDRO LEONIR
051 8134 9984 (TIM)
051 9193 9391 (TIM)
SEC. JUR. FENTECT
MRL RS

INFORME 004

domingo, 24 de agosto de 2014

MRL NOTÍCIAS

Correios: proibição de tocar interfone provoca polêmica


Norma que obriga entrega de encomendas na portaria de condomínios não agrada a destinatário e gera ações na Justiça


HILKA TELLES

Rio -  A norma dos Correios, que proíbe carteiros de tocar os interfones dos destinatários e os obriga a entregar toda a correspondência e encomendas (PAC e Sedex) nas portarias de condomínios residenciais e comerciais, está gerando ações na Justiça Federal de várias cidades do país. 


Com base na Lei 6.538/98 e na Portaria 567/11 do Ministério das Comunicações, os Correios só autorizam o carteiro a tocar o interfone do destinatário quando ele mora em casa de rua convencional. Fora isso, deve entregar tudo ao porteiro ou a algum responsável designado para a tarefa, caso não haja caixa de coleta coletiva ou individual. 


Embora a lei e a portaria sejam antigas, as reclamações dos usuários se avolumaram nos últimos anos. No caso de encomendas feitas pela internet, por exemplo, mesmo quando o edifício tem caixa coletora, a maior parte delas não cabe no espaço. E se o porteiro ou o responsável não estiver, o carteiro simplesmente vai embora, mesmo que o destinatário esteja na residência. 

Os Correios afirmam que o entregador vai três vezes ao local — em dias diferentes — e em cada vez deixa um aviso por escrito de que esteve ali. Se na terceira tentativa não conseguir efetuar a entrega, ela é levada à agência, onde o destinatário é obrigado a ir buscar o material. 

“Moro em casa. O carteiro tocou minha campainha uma vez. Quando consegui chegar ao portão, ele já estava dobrando a esquina. O aviso estava na minha caixa de correio. Cadê os outros dois? Sei que nem passou na minha casa, mas é a minha palavra contra a dele.

Quem fiscaliza isso?”, dispara a professora Carmem Lúcia da Costa Garcia, que na quarta-feira foi à agência de Vila Isabel buscar sua encomenda. 
Porém, se o remetente do produto pagar a taxa de R$ 4,30, chamada ‘mão própria’, os Correios determinam que os carteiros toquem o interfone e chamem o destinatário, more ele em casa ou condomínios. 

Na Justiça Federal de Florianópolis, em Santa Catarina, os Correios já perderam em primeira e segunda instâncias ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal (MPF), mas ainda cabe recurso. E há pelo menos outras cinco batalhas sendo travadas na Justiça Federal para obrigar os Correios a trabalhar de acordo com o que seria melhor para o cliente. 
Para o advogado João Tancredo, embora os Correios estejam respaldados pelo Ministério das Comunicações, o erro de procedimento é grave: “Na carta registrada, por exemplo, a Lei 8.710/93, parágrafo único do artigo 223, diz que tem de ser entregue ao destinatário e que, ao fazer a entrega, o carteiro tem que exigir a assinatura no recibo.”

Empresa diz que cumpre lei e portaria
Só no site do ‘Reclame Aqui’ foram mais de 19 mil reclamações contra os Correios no último ano. A empresa nunca respondeu uma queixa e afirmou que, como mantém em seu site uma ferramenta para reclamações, não precisa dar respostas ao ‘Reclame Aqui’. 

Os Correios acentuaram que apenas cumprem a lei e a portaria. Sobre as ações na Justiça Federal, lembraram que ainda não há decisão final. O Ministério das Comunicações, por sua vez, garantiu que a decisão se baseou no padrão adotado mundialmente e não visou a evitar novas contratações. 

Em nota, o Ministério afirmou que, nos últimos três anos, “mais de 20 mil novos trabalhadores foram admitidos pelos Correios”, mas não citou a quantidade de carteiros, dentro desse universo. O principal problema está em prédios que não têm porteiro, ou quando ele também atua como servente — o que o obriga a se afastar da portaria por algum tempo. 

Não é raro moradores terem que se deslocar até uma, principalmente para pegar encomendas compradas em sites. Mas também há reclamações de quem mora em condomínios de casas, onde o carteiro não entra para tocar a campainha dos usuários.

sábado, 23 de agosto de 2014

MRL NOTÍCIAS:Campanha Salarial 2014

Comando e ECT discutem cláusulas sindicais e fecham mais uma reunião do ACT/2014

22/08/2014
Nessa quinta-feira, dia 21 de agosto, ecetistas representantes do Comando de Negociação da Fentect sentaram, mais uma vez, com a direção da ECT para discutir o Acordo Coletivo 2014, na Universidade Correios. A discussão foi sobre as Relações Sindicais e foram debatidas as cláusulas “Acesso às Dependências”, “Conciliação de Divergências”, “Representantes dos Empregados”, “Desconto Assistencial”, “Fornecimento de Documentos”, “Liberação de Conselheiro do Postalis”, “Negociação Coletiva”, “Processo Permanente de Negociação”, “Prorrogação, Revisão, Denúncia ou Revogação”, “Quadro de Avisos” e “Repasse das Mensalidades do Sindicato”. 
O comando iniciou a reunião com destaque à presença nas unidades operacionais da ECT, sempre que necessário, sem aviso prévio ou autorização. Além disso, foi solicitado o pagamento de salários dos dirigentes sindicais liberados, o desconto na mensalidade sindical e a extensão da estabilidade garantida. 
Sem oneração para a empresa, o Comando pediu, também, que o Desconto Assistencial se estenda a todos os empregados, mas com a opção de oposição aos não interessados em contribuir com a entidade sindical. Já sobre a liberação de conselheiros do Postalis, os ecetistas esperam que os companheiros tenham estabilidade acertada e que a ECT arque com os custos envolvidos.
No que tange à cláusula sobre Fornecimento de Documentos, o representante de Piauí e secretário-geral da Fentect, José Rodrigues dos Santos Netos, relatou que os manuais da empresa sofrem, constantemente, alterações e levantou a necessidade que a empresa repasse esses dados, prontamente, à Federação e aos demais sindicatos, no País. “Essas alterações confundem os trabalhadores, por isso, queremos estar por dentro das mudanças que a empresa determinar”, afirmou. (ASPAS SUGERIDAS)
Concursados terão, segundo a empresa, 20% das vagas para negros e 10% para deficientes, ao ingressar na ECT. Mas o Comando de Negociação da Fentect quer ainda mais. Por isso, solicitou à direção a volta de concursos públicos regionais, a exclusão do teste físico, inclusive, a dinamometria, o aumento de efetivo reserva, acompanhamento pela Fentect, do edital e do concurso, e exigiu o fim da mão de obra terceirizada. “Essa é uma pauta antiga nossa. Os terceirizados não têm a obrigação que os concursados têm, além disso, o teste físico não tem nada a ver com a atividade que exercemos”, lembrou Francisco da Silva Adão (MT). De acordo com a ECT, os concursos regionais foram questionados pelo Ministério Público e os órgãos de controle orientam a realização a nível nacional, mas será analisado o argumento apresentado pelos trabalhadores.
Entre outras questões, o Comando de Negociação realizou solicitação, quanto ao Direito à Ampla Defesa, para que o sindicato do empregado seja notificado com antecdência sobre qualquer processo administrativo, além de prazo para apuração dos fatos. “Atos políticos não serão considerados faltas graves, com caráter punitivo”, ressaltou o secretário-geral da Federação. Foi lembrado também pelo Comando sobre os processos de perseguições políticas a dirigentes sindicais, que estão em andamento. 
Um dos maiores questionamentos dos trabalhadores é quanto ao sucateamento da empresa, nisso, inclui-se o estado da frota de veículos. Nesse sentido, o Comando analisou a importância de veículos completos, com ar condicionado, direção hidráulica, vidro elétrico e trava, para uso operacional, visando o bem-estar e a segurança do trabalhador. 
Para a Participação nos Lucros e Resultados (PLR), distribuição linear. “Gostaríamos de uma comissão com os trabalhadores para a apresentação dos resultados verdadeiros da empresa, porque somos nós que produzimos os lucros da ECT”, declarou Edson Dorta (CAS). 
Sobre Penalidades e Registro de Ponto, foi orientado, pelos representantes dos trabalhadores, que a empresa exija a manutenção dos cartões de ponto, pelos gestores, em locais apropriados. 
As reuniões seguem na próxima semana, a partir do dia 26 de agosto, sobre as cláusulas Saúde do Trabalhador, Benefícios e Econômicas. 

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

MRL.:Campanha Salarial 2014

Fentect

ECT adia mais rodada de negociação e insiste em mesa única

21/08/2014
Após a reunião para o ACT/2014, do dia 19 de agosto, entre o Comando de Negociação da Fentect e a ECT, ter sido adiada, no dia 20, pela segunda vez, o debate também permaneceu sem grandes avanços, tendo em vista que a empresa insiste em uma mesa única, embora a Findect não ceda à exigência da ECT. No mesmo dia, o Plantão da Negociação Permanente foi publicado com a informação de que as negociações do ACT/2014 serão em mesa única, o que causou insatisfação no Comando da Fentect, que exigiu explicações por não ter sido comunicado oficialmente sobre a decisão. Por isso, foi solicitada a retificação do Plantão.
Para os trabalhadores, representantes da Fentect, independente do modelo de organização da mesa, estabelecida pela ECT, é importante que haja negociação, visando benefícios para os trabalhadores que aguardam os resultados. "Precisamos pressionar para que a empresa respeite os funcionários",ressaltou o secretário-geral da Fentect, membro do Comando de Negociação, José Rodrigues dos Santos Neto (PI). 
Uma das estratégias do Comando para manter o foco das negociações, foi decidir pela manutenção do calendário estabelecido no Conselho. "A proposta é defendermos um modelo único de negociação e não nos submeter à ótica da Findect", completou o representante do Rio de Janeiro Emerson Marinho.
É relevante que a Federação siga o calendário, sem ceder à pressão da empresa, valorizando sempre a luta da categoria. "A burocracia é importante e deve acontecer, mas, se deixarmos a ECT e o TST dizer o que devemos fazer, isso pode atrasar todo o processo de acordo", finalizou o membro do Comando, Rogério Ubine (RPO).