segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

RESUMO DAS REUNIÕES DA COMISSÃO PARITÁRIA DE SAÚDE PARTE 3

SEXTA ATA:





SÉTIMA ATA:










REABERTURA DE AMBULATÓRIO:
















OITAVA ATA: 





                                                       NONA ATA:










DÉCIMA ATA:






POSTAL BENEFÍCIO MEDICAMENTO (PBM):
















REGRAS DO POSTAL BENEFÍCIO MEDICAMENTO:



EXTRATO DE REEMBOLSO PBM:


DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA SOLICITAR O REEMBOLSO:

TELAS DE SISTEMA PBM:



DÉCIMA PRIMEIRA ATA:










SISTEMÁTICA DE AUDITORIA INTERNA POSTAL SAÚDE
AUDIN:



























AUDITORIA INTERNA DE SERVIÇOS EM SAÚDE
GEAUS:











INFORME 002/2016 DA FENTECT:






COMISSÃO PARITÁRIA CUSTEIO DO PLANO DE SAÚDE ACT 2016/2017 (CONTINUAÇÃO):


















INFORME 001/2017 DA FENTECT:



FONTE:http://www.fentect.org.br/noticia/comissao-paritaria-de-saude/











FUNCICIONÁRIOS DOS CORREIOS VÃO À JUSTIÇA CONTRA CORTES E DEMISSÕES

Diante da possibilidade de os Correios adotarem a demissão motivada para reequilibrar o caixa e do processo de corte de funções, os empregados da estatal prometem ir à Justiça. Entidades representativas dos trabalhadores estudam quais medidas legais podem ser tomadas para evitar demissão em massa e a queda dos salários nos casos em que as gratificações são pagas por 10 anos ou mais.

Além do temor de perder o emprego, os funcionários dos Correios terão de arcar com as despesas do plano de saúde. A proposta da estatal é que seja cobrada uma mensalidade, por beneficiário, titular e dependente, para cobrir o valor gasto com assistência médico-hospitalar e odontológica. Para  empregados, aposentados e dependentes legais, excluindo pai e mãe, a proposta é de um custeio paritário, ou seja, a despesa será dividida entre trabalhadores e empresa. O valor variará por faixa etária e faixa de renda.

Além da parcela mensal, a proposta prevê a cobrança sobre os procedimentos ambulatoriais, de 30% em consultas e 10% sobre exames e terapias para empregados. Internações não terão incidência de compartilhamento. Para os beneficiários pai e mãe, ideia é que o valor de mensalidade seja escalonado, durante 10 anos. Os Correios financiariam o plano, no primeiro ano, na proporção de 90%. Anualmente, a taxa de financiamento dos empregados aumentaria na proporção de 10 pontos percentuais.

A presidente da Associação dos Profissionais dos Correios (Adcap), Maria Inês Capelli Fulginiti, explicou que os funcionários da estatal são obrigados a cobrir todos os rombos existentes sem que os gestores da empresa tomem medidas para reduzir custos. Ela relembrou que já são descontados dos contracheques valores que correspondem a 17,92% do valor do benefício para cobrir metade do deficit atuarial de R$ 4 bilhões registrado em 2013 e 2014 pelo Postalis, o fundo de pensão da estatal.

Um novo equacionamento será implementado para cobrir o rombo de 2015 e devem ser cobrados mais 2,8% de contribuições adicionais. "Não nos resta outra possibilidade se não ingressar na Justiça contra essa gestão autoritária. Não há espaço para negociação ou debate, então vamos procurar judicializar as questões", disse.


Gratificações

Os cortes de funções, explicou a presidente Associação dos Procuradores dos Correios (Apect), Daniela Schweig Cichy, não têm sido feitos de maneira equânime e transparente. Os critérios não estão claros e as normas têm sido desrespeitadas. Segundo ela, empregados que recebem funções por mais de 10 anos têm esses valores incorporados aos salários, conforme a Súmula 372 do Tribunal Superior do Trabalho (TST). “Eles informaram que os gestores apresentaram um novo plano de trabalho para quem perdeu as funções. Isso vai gerar um passivo trabalhista enorme e a economia pretendida não vai ocorrer”, disse.

FONTE:http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/brasil/2017/01/07/interna_brasil,683417/funcionarios-dos-correios-vao-a-justica-contra-cortes-e-demissoes.shtml


domingo, 8 de janeiro de 2017

COM PDV, CORREIOS CONTRATAM A PESO DE OURO; PRESIDENTE NEGA

Funcionário dos Correios cruza os braços durante uma manifestação de greve (Agência Brasil)

Brasília –  Com rombo de cerca de R$ 2 bilhões em 2016, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos aposta em um programa de demissões voluntárias (PDV) – já autorizado pelo Ministério do Planejamento – para  melhorar seus números. Funcionários de carreira da empresa, porém, afirmam que “contratações a peso de ouro” têm sido feitas nos últimos meses.

Ao Brasília em Pauta, fontes destacaram a nomeação de uma assessora especial para o gabinete da Presidência dos Correios. A nova funcionária foi contratada para a função de analista 13 – o cargo mais bem remunerado entre os analistas da empresa – com salário de quase R$ 20 mil. De acordo com as fontes, a funcionária é casada com um dos assessores do senador Sérgio Petecão (PSD-AC). O presidente dos Correios, Guilherme Campos, também é do PSD.

Também foram citados outros casos de assessores especiais das vice-presidências dos Correios, que foram nomeados recentemente e possuem remuneração elevada.
O que vem irritando os funcionários de carreira da empresa? As contratações mais recentes não condizem com o plano de reestruturação da companhia. Além do PDV, a estatal está reduzindo funções, ou seja, rebaixando funcionários de funções com o objetivo de reduzir gastos. Além disso, a companhia também está deixando de conceder gratificações, usando a mesma justificativa.
˜Pediram para o Jurídico fazer um estudo se podem demitir os aposentados sob a alegação de que a empresa está com um déficit muito elevado”, afirmou uma fonte ao Brasília em Pauta. “De que adianta cortar gastos de um lado, e contratar cabides com salários altíssimos de outro?”, questionou.

Outra reclamação dos funcionários dos Correios foi a contratação da consultoria Accenture para estabelecer um plano de reestruturação eficiente. Os serviços custarão aos Correios quase R$ 29 milhões.
˜Os técnicos que já fazem parte da empresa ficaram à disposição para fazer essa consultoria para enxugar gastos. A presidência não aceitou˜, disse uma fonte do setor jurídico da estatal.
Em reunião com Campos, os funcionários de carreira propuseram que houvesse isonomia nos cortes salariais. Para eles, “o justo seria que houvesse um acordo para que cada funcionário desse sua cota de sacrifício“. A direção executiva da estatal não aceitou a proposta.
Ao blog, os funcionários de carreira não descartam uma paralisação nas próximas semanas e disseram que estudam solicitar uma reunião com o presidente Michel Temer (PMDB).

Outro lado
O presidente dos Correios, Guilherme Campos, afirmou ao Brasília em Pauta que as contratações feitas recentemente ocorreram “porque os cargos estavam abertos para ocupação”. O programa de corte das funções gratificadas dos Correios não inclui cortes nas funções dos chefes de departamento e gerentes, que possuem altos salários
De acordo com Campos, a contratação da Accenture tem como objetivo “arrumar o quadro da empresa,que está completamente desconfigurado”.
Ele explicou por que recusou a oferta dos funcionários de carreira de fazerem a reestruturação internamente. “Se os nomes técnicos da empresa tivessem capacidade, a empresa não estaria desde 2005 com prejuízo operacional”.
Segundo o presidente dos Correios, a proposta de isonomia nos cortes salariais não foi aceita, porque ele considera incorreto colocar “quem produz e quem não produz no mesmo balaio”. Campos disse que os gestores de cada área ficaram responsáveis por definir quem sofreria cortes de acordo com a produtividade.
Procurado pelo blog, o senador Sérgio Petecão não respondeu até a publicação da matéria.
FONTE:http://exame.abril.com.br/blog/brasilia-pauta/com-pdv-correios-contratam-a-peso-de-ouro-presidente-nega/


SINDICATO ACREDITA QUE PDV NOS CORREIOS DIMINUIRÁ A QUALIDADE DO SERVIÇO

Os Correios irão lançar o Pedido de Demissão Voluntária (PDV) devido à crise financeira. O objetivo é reduzir o número de servidores para que os gastos sejam minimizados, mas o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Empresa de Correios e Telégrafos em Alagoas (Sintect), Alttanes Holanda, acredita que a medida diminuirá ainda mais a qualidade no serviço prestado à população.
Holanda avalia que o PDV não seria uma boa opção, visto que, no estado, a empresa aumentará ainda mais o déficit de funcionários causando ainda mais transtornos.
“Com isso [PDV], vai aumentar a sobrecarga de trabalho e em consequência, a qualidade do serviço vai cair bastante. Então, muito provavelmente, após o pedido de demissão voluntária, a qualidade do serviço, que já está muito ruim pela falta de funcionários, vai ficar bem pior”.
Ao ser questionado se o PDV seria a melhor saída para enfrentar a crise nos Correios, Holanda diz que a dificuldade é inexistente e foi plantada pela gestão nacional da empresa para outros fins.
“Esta é uma questão que efetivamente não existe. A empresa tem muito dinheiro em caixa e eles estão criando uma situação para precarizar os serviços e tornar os Correios uma empresa atrativa para a iniciativa privada, jogando o preço da empresa lá embaixo para uma possível venda”, desabafou.
Segundo ele, a estatal já lucrou de mais de R$ 2 bilhões e seria impossível que de um ano para o outro saísse do referido valor para um prejuízo idêntico ao lucro.
“A empresa diz que a maior despesa dela é com o pessoal, porém, os funcionários só têm saído e praticamente não tem sido contratado ninguém, então como é que a receita só tem aumentado a cada ano e a empresa está passando por crise financeira?”, indagou Altannes.
O último concurso realizado para contratação de novos trabalhadores nos Correios aconteceu em 2011 e, de acordo com Alttanes, em 2013 perdeu a validade, porém uma determinação judicial estendeu o prazo. Segundo o presidente do Sintect, mesmo com o concurso válido, a empresa quase não fez novas contratações.
“A gente sabe que é uma questão política e foi criada dentro da nossa empresa para dizer que ela está quebrada, vende-la a preço baixo e favorecer os empresários”, finalizou o sindicalista.
Como será o PDV
A empresa recebeu aval do Ministério do Planejamento para aderir ao pedido de demissão voluntária. A expectativa dos Correios é de que de seis a oito mil funcionários aceitem ao PDV. A estatal também estima que com a saída voluntária haja uma economia de R$ 850 milhões a R$ 1 bilhão por ano.

O foco será os servidores com mais de 55 anos, aposentados ou os que estão próximos de se aposentar. A empresa poderá oferecer, para incentivar a adesão do pedido, um tipo de “salário demissão” que será pago por oito anos.
FONTE: http://correiodopovo-al.com.br/index.php/noticia/2017/01/06/sindicato-acredita-que-pdv-nos-correios-diminuira-a-qualidade-do-servico


CORTES NA CAIXA E NOS CORREIOS AFETAM SERVIÇOS, DIZEM SINDICALISTAS

Os anunciados programas de demissão voluntária (PDVs) na Caixa Econômica Federal e na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, para cortar no mínimo 16 mil funcionários, vão prejudicar ainda mais a prestação de serviços, afirmam representantes dos trabalhadores. Ainda não oficializados, os programas deverão ser implementados nos próximos dias – no caso dos Correios, já houve autorização para a abertura.



Diretor da Fentect, federação nacional dos trabalhadores na ECT, José Gonçalves de Almeida, o Jacó, lembra que PDVs abertos nos últimos três anos resultaram na saída de aproximadamente 9 mil funcionários – de 126 mil para os atuais 117 mil –, sem a devida reposição de pessoal. "Esse tipo de plano vai piorar a prestação de serviços", afirma, acrescentando que o setor de distribuição, entre outros, mostra problemas e atrasos em entrega de correspondência.

Segundo o jornal Valor Econômico, em fevereiro ou março haverá aumento das tarifas postais. O presidente dos Correios, Guilherme Campos, ex-deputado pelo PSD paulista, fala em necessidade de reajuste de 5,83%, devido à falta de repasse da inflação em anos anteriores. Nesta quinta-feira (4), Campos se reuniu com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

Para Jacó, a ECT, com resultados financeiros negativos, poderia buscar alternativas de redução de custos que não incluíssem corte de mão de obra. "O último concurso que a empresa fez foi em 2011", afirmou. Ele vê em curso um "processo de desmonte", com a entrega de parte dos serviços para operadores privados. Cita a Lei 12.490, de 2011, criada a partir da Medida Provisória 532, que possibilita a criação de subsidiárias. Sindicalistas tiveram reunião recentemente com o presidente da empresa, mas a conversa não avançou: "Eles estão irredutíveis".

A assessoria dos Correios informou que o chamado Plano de Desligamento Incentivado foi aprovado em 29 de dezembro pela Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest), do Ministério do Planejamento. O conteúdo está sendo analisado pela área jurídica da empresa, que espera economizar de R$ 700 milhões a R$ 1 bilhão/ano.

Em 14 de novembro, os Correios cancelaram reunião de abertura de seleção pública para escolha de parceiro no Banco Postal por falta de interessados. Em 5 de dezembro, a empresa renovou acordo com o Banco do Brasil, por 36 meses, admitindo possibilidade de encerramento antes desse prazo.

Verdadeiros donos

Já a Caixa Federal aguarda autorização para abrir um PDV com objetivo de atingir de menos 8 mil a 10 mil funcionários, de um total aproximado de 95 mil. Além disso, o banco estaria planejamento o fechamento de mais de 100 agências, que seriam substituídas por postos de atendimento ou correspondentes.

"Nossa preocupação é com o futuro da empresa", diz o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Jair Pedro Ferreira. "Qual o atendimento que a Caixa, um banco 100% público, vai dar à população brasileira, que são seus verdadeiros donos? É uma sinalização horrível para os empregados que ficam e para a sociedade", acrescenta, afirmando que a "política reducionista" do banco também vai piorar as condições de trabalho. Desde 2014, a Caixa fechou aproximadamente 6 mil vagas.

"Há falta de gente, sobrecarga de trabalho, adoecimento de empregados. E a Caixa vem com desligamento", critica Jair, para quem o atual governo promove uma "mudança brusca" na visão sobre o papel do Estado. "Está muito explícito, de um modelo de inclusão para um sinal totalmente inverso." Ele lembra do papel social do banco na implementação de políticas públicas: "Quando eu diminuo o papel dela, diminuo as políticas. A Caixa tem capilaridade, está praticamente em todos os municípios."
 

FONTE: http://www.vermelho.org.br/noticia/291766-1


quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

VEÍCULO DOS CORREIOS É ALVO DE ASSALTANTES NA ZONA SUL DE MANAUS

Um veículo dos Correios foi assaltado na manhã desta terça-feira (3), quando passava pela Avenida Barcelos, bairro Praça 14, Zona Sul da Capital. Segundo a empresa, o veículo foi abordado por dois assaltantes que obrigaram o motorista a conduzir o caminhão até a Colônia Japonesa, no Parque Dez, zona Centro-sul. Nenhuma mercadoria foi levada, mas boa parte foi danificada durante a ação.
Segundo uma funcionária dos Correios, que não quis ter o nome publicado, os suspeitos procuravam por algo de valor para furtar, mas como não havia, fugiram sem levar nada. “Eles remexeram em tudo, quebraram as caixas para achar alguma coisa mais cara”, disse.                       
Os Correios informaram por meio de nota que os clientes serão ressarcidos com o valor declarado no ato da postagem e tomará medidas cabíveis para reembolsar as mercadorias cujos valores não foram declarados.
A empresa disse ainda que o motorista não sofreu agressão física por parte dos suspeitos e lamenta o ocorrido.
 FONTE: http://www.acritica.com/channels/manaus/news/veiculo-dos-correios-e-alvo-de-assaltantes-na-zona-sul-de-manaus




quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

INCÊNDIO ATINGE CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DOS CORREIOS EM SANTARÉM, NO PA


Um incêndio atingiu o Centro de Operações dos Correios (COC) na noite de terça-feira (3), em Santarém, oeste do Pará. O Centro, que fica na Avenida Anísio Chaves, bairro Aeroporto Velho, é responsável por armazenar e movimentar milhares de correspondências e encomendas  diariamente. A principal suspeita é de que o fogo tenha começado após um curto circuito causado após uma queda de energia elétrica, mas as causas ainda vão ser apuradas. O fogo destruiu vários documentos, cartas e encomendas. Não houve registro de vítimas.

O primeiro a perceber que o prédio estava pegando fogo foi o vigilante Carlos Brandão. Ele era o único que estava no local no momento do incêndio. “Na hora que faltou energia eu fui fazer a ronda e começou o fogo aí eu liguei para o Corpo de Bombeiros, pedi para que outras pessoas também ligassem. Foi tudo muito rápido", relatou.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, duas viaturas de combate a incêndio foram deslocadas para o local. Dez mil litros de água foram necessários para controlar as chamas no prédio, que não possui  nenhum sistema de hidrante. A maior preocupação dos militares era salvar as encomendas.

"A maioria dos objetos que estavam no local eram de materiais muito sensíveis e inflamáveis. Tinha muito papel, perfume e no início do trabalho isso dificultou um pouco, mas conseguimos controlar o incêndio. Uma perícia será solicitada para saber o que houve na agência dos Correios", explicou o sargento do Corpo de Bombeiros Moacir Richard.

O Centro de Operações do Correios que foi atingindo pelo fogo é responsável por receber todas as encomendas que chegam de outros municípios ou que seguem para a capital do estado, como também que chegam de Belém para serem entregues nos demais municípios da região. "Lamentamos pelos clientes que infelizmente não vão poder receber as suas encomendas", disse o coordenador  operacional do órgão na região, Roberdam Almeida.


Os funcionários dos Correios vão contabilizar os prejuízos causados pelo incêndio a partir desta quarta-feira (4). Muitas encomendas chegaram à agência nos últimos dias. "Chegou muito material e vamos verificar as notas de despacho para sabermos a quantidade de encomendas e correspondências que foram queimadas e depois vamos viabilizar o pagamento de indenizações. Infelizmente é uma tragédia, é esperar, pois não sabemos precisar o que foi queimado", ressaltou o coordenador operacional dos Correios, Tisoney Sousa.

FONTE: http://g1.globo.com/pa/santarem-regiao/noticia/2017/01/incendio-atinge-centro-de-distribuicao-dos-correios-em-santarem-no-pa.html