quarta-feira, 14 de maio de 2014
domingo, 11 de maio de 2014
sábado, 10 de maio de 2014
SINTECT-PE SAI NA FRENTE
Pessoal,alguns "INGÊNUOS"andam dizendo por aí que a justiça de Pernambuco deu 15 dias à ECT para que esta corrija algum desconto que tenha feito nos TICKETs dos trabalhadores ECETISTAS daquele estado.
Pois bem,a verdade é que a justiça pernambucana deu 5,e não 15,cinco dias para que a ECT DEVOLVA,caso tenha descontado,os valores dos tickets dos trabalhadores pernambucanos.
VALEU SINTECT-PE,PARABÉNS.Aqui,assim como vários outros SINTECTs estamos esperando os descontos primeiro para então reclamarmos o direito.É o que temos que aguentar !!
SINTECT-PE GANHAR LIMINAR PARA DEVOLUÇÃO DOS VALES ALIMENTAÇÃO/REFEIÇÃO, A EMPRESA TEM CINCO DIAS PARA DEVOLVER, DEPOIS DE NOTIFICADA, CASO NÃO CUMPRA A DECISÃO, PAGARA UMA MULTA DIÁRIA DE 100,OO (CEM REAIS) POR TRABALHADOR, SOBRE A DEVOLUÇÃO DAS GRATIFICAÇÕES,ADICIONAIS E ANUÊNIO.
O JUIZ ENTENDEU QUE NO PERÍODO DE GREVE O CONTRATO DE TRABALHO É SUSPENSO, E COMO O TRABALHADOR NÃO EXERCEU SUA FUNÇÃO A EMPRESA PODERIA SIM DESCONTAR, MAIS A ASSESSORIA JURÍDICA DO SINTECT-PE JÁ ESTA PREPARADA PARA ENTRAR COM MANDATO DE SEGURANÇA PARA GARANTIR A DEVOLUÇÃO, JA OBTIVEMOS A PRIMEIRA VITORIA, AGORA VAMOS PRA CIMA DA EMPRESA BUSCA NOSSOS DESCONTOS INDEVIDOS.
quinta-feira, 8 de maio de 2014
SINTECT-PE sai na frente e impede descontos nos TICKETs
Companheiros e Companheiras,
A FENTECT ingressou com os Embargos ao TST nessa última sexta-feira (04.04), reafirmando que não temos acordo com o julgamento do dissídio que ocorreu no dia 12/03/2014 que ao nosso ver foi totalmente político.
Segue abaixo o resumo dos principais pedidos que serão revistos pelo TST e caso o tribunal permaneça com a mesma posição do dia 12/03, será encaminhado recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF). Essa luta não acabou e está longe de acabar...VAMOS QUE VAMOS:
1º - NÃO ABUSIVIDADE DA GREVE ( A greve transcorreu por 41 (quarenta e um dias) de forma legal e não abusiva, somente no dia do julgamento houve a "mudança" do ministro relator que a "julgou ilegal");
2º - A CLAUSULA 11 FOI ALTERADA PELO PRÓPRIO TST, PORTANTO TEM QUE SER REVISTO O TEXTO (A ECT tem que manter o plano e não uma empresa terceirizada);
3º - PAGAMENTO DA GREVE SÓ DE SEGUNDA A SEXTA, RESPEITO REPOUSOS E INTERVALOS (Já garantido pelo próprio TST);
4º - DIAS DE GREVE NÃO PODERÁ SER DESCONTADO EM SALÁRIO E SIM PAGAMENTO EM BANCO DE HORAS (Posição do Supremo Tribunal Federal - STF);
5º- JULGAMENTO DO TST AGRIDE A DIGNIDADE HUMANA (50% dos salários descontados, que já é muito baixo, vai contra as garantias Constitucionais (sobrevivência)).
(...)
Quanto ao julgamento sobre o "mérito" de alteração do nosso plano de saúde para o Postal Saúde ocorrido no dia de ontem (08.04) a Juíza que substituiu o "titular" da pasta que já havia adiado o julgamento por 5 (cinco) vezes, entendeu haver necessidade de reabertura de prazo para que as partes (FENTECT e ECT) apresente aos autos do processo novas provas e deu até o dia 18/05 para ser realizado esse procedimento, com julgamento final estipulado para o dia 22/05.
Nós do SINTECT/PE estamos levantando um dossiê, com a contribuição fundamental de alguns especialistas da área, para ajudarmos a aumentar as provas documentais que a "Postal Saúde" não se trata de uma "caixa de assistência", mas sim de um processo de "desvio de recursos públicos para a iniciativa privada", com a consequente retirada de direitos/benefícios dos mais de 300 mil dependentes do CorreiosSaúde. No seu devido momento estaremos divulgando o material que está em posse da direção do SINTECT/PE e de outros ativistas do movimento.
SÓ A LUTA MUDA A VIDA, ENTÃO NÃO PAREMOS DE LUTAR!
terça-feira, 6 de maio de 2014
POSTALIS...,MAIS UM CAPÍTULO...
Alexandre Rodrigues (Email)
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/sindicalistas-ajudam-pt-fazer-frente-ao-pmdb-com-maioria-no-conselho-da-postalis-12376001#ixzz30zPK8Feu
Publicado:
Atualizado:
RIO - Desde o início do 1º governo Lula, em 2003, PT e PMDB disputam o
controle do Postalis, o fundo de pensão dos funcionários dos Correios.
Cada partido indica dois dos quatro nomes da diretoria executiva da
entidade, embora formalmente essa seja uma atribuição da patrocinadora
do fundo, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). No
entanto, o acordo começou a fazer água no governo Dilma, com a chegada
do economista Wagner Pinheiro à presidência da ECT.
Pinheiro é um dos ex-dirigentes de sindicatos de bancários de São Paulo ligados à Central Única dos Trabalhadores (CUT), braço sindical do PT, que passou a indicar nomes para ocupar cargos em fundos de pensão de estatais no governo Lula. Entre 2003 e 2010, ele foi presidente da Petros, a fundação de previdência complementar dos funcionários da Petrobras, a segunda maior do país.
Com um patrimônio de R$ 68 bilhões, só fica atrás da Previ, dos empregados do Banco do Brasil. Pinheiro foi escolhido pelo atual ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, para dirigir os Correios ainda na transição entre os governos Lula e Dilma. A estatal, mergulhada em dificuldades operacionais, era um foco de escândalos de corrupção. Com o comando da ECT, o PT resolveu também controlar o Postalis, abrindo uma disputa com os indicados do PMDB.
Em abril de 2012, Pinheiro conseguiu indicar Antônio Carlos Conquista para a presidência do Postalis. Ele foi chefe de gabinete de Pinheiro na Petros, entre 2003 e 2007, e gerente de administração da fundação até 2009. Em 2010, Conquista ocupou a diretoria executiva da Fundação de Seguridade Social (Geap), uma entidade de autogestão de planos de saúde para servidores federais que chegou a sofrer uma intervenção da Agência Nacional de Saúde (ANS) no ano passado, por causa de um déficit de cerca de R$ 250 milhões.
Nos dois anos seguintes, ele ocupou uma secretaria no Ministério da Pesca. A indicação de Conquista para substituir Alexej Predtechensky, indicado do PMDB que ficou seis anos à frente do Postalis, significou um passo de Pinheiro em direção ao controle do fundo pelo PT, mas ainda sem a cobiçada diretoria de Investimentos, sob domínio do PMDB.
Numa estratégia similar à usada pela Petrobras na Petros, revelada pelo GLOBO no último domingo, a direção dos Correios passou a contar com o apoio de sindicalistas para dominar a pauta do conselho deliberativo do Postalis, que nomeia a diretoria e referenda as principais decisões.
O colegiado tem seis conselheiros: três indicados pela patrocinadora, a ECT, e três eleitos pelos funcionários. Pelo menos dois integrantes de uma corrente petista da Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios (Fentect) que foram eleitos conselheiros passaram a votar com os indicados: José Rivaldo da Silva e Manoel Santana, que mantêm cargos na diretoria da Fentect apesar de terem perdido o controle da federação.
Ernani de Souza Coelho, presidente do conselho deliberativo por indicação da ECT, também é um nome do PT. Funcionário aposentado da estatal, ele é marido da ex-senadora Fátima Cleide, do PT de Rondônia, e contratado como assessor da presidência dos Correios. Cargo similar tem outro indicado para o conselho, o ex-secretário-geral da Fentect, Manoel Cantoara.
- O estatuto do Postalis proíbe que conselheiro tenha função na patrocinadora ou em entidades representativas de empregados, mas isso é descumprido solenemente - diz Luiz Alberto Barreto, presidente licenciado da Associação dos Profissionais dos Correios (Adcap), que foi à Justiça contra a composição do conselho. - O avanço político sobre o Postalis é evidente, fácil de ver.
Para Barreto, não é por acaso que investimentos controversos do Postalis sejam repetidos pela Petros. É o caso de títulos do banco BVA, que quebrou no ano passado, ou das debêntures de R$ 75 milhões do Grupo Galileo, da Universidade Gama Filho, fechada pelo Ministério da Educação mergulhada em dívidas. Apenas Petros e Postalis compraram os papéis:
- O fundo teve déficit em 2011, 2012 e 2013. O medo dos funcionários, que agora contribuem mais, é que isso continue e comprometa as aposentadorias no futuro. É preciso desaparelhar tanto os Correios quanto o Postalis - afirmou.
A aliança de sindicalistas e indicados no conselho deliberativo foi usada em 2012 para tentar substituir o então diretor de Investimentos, Ricardo Oliveira Azevedo, indicação do PMDB assim como seu antecessor, Adilson Florêncio da Costa. Em novembro de 2012, denúncias de irregularidades na gestão de Azevedo chegaram à imprensa e à Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), que investigou e autuou o executivo. Foi o motivo encontrado pelo conselho deliberativo para votar a demissão dele.
Quando a votação caminhava para o fim, com quatro votos a favor da demissão, Ernani de Souza Coelho pediu vistas do processo. Ao ser retomada a sessão, um dos conselheiros eleitos mudou o seu voto, empatando o placar. Como o voto de desempate é do presidente, Coelho votou pela permanência de Azevedo, frustrando o plano. Segundo uma fonte, isso ocorreu porque o PMDB reagiu ao avanço do PT.
Uma negociação que teria sido conduzida pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, terminou com a indicação, em outubro de 2013,de um nome neutro, de perfil técnico, para a diretoria de Investimentos: o do economista André Motta, ex-diretor de Seguridade. Embora indicado pelo PMDB, ele se dedicaria a um plano de saneamento da instituição, numa espécie de trégua entre os dois partidos. O GLOBO procurou os sindicalistas da Fentect, mas não conseguiu localizá-los na entidade. A assessoria de Lobão não retornou o contato.
Pinheiro é um dos ex-dirigentes de sindicatos de bancários de São Paulo ligados à Central Única dos Trabalhadores (CUT), braço sindical do PT, que passou a indicar nomes para ocupar cargos em fundos de pensão de estatais no governo Lula. Entre 2003 e 2010, ele foi presidente da Petros, a fundação de previdência complementar dos funcionários da Petrobras, a segunda maior do país.
Com um patrimônio de R$ 68 bilhões, só fica atrás da Previ, dos empregados do Banco do Brasil. Pinheiro foi escolhido pelo atual ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, para dirigir os Correios ainda na transição entre os governos Lula e Dilma. A estatal, mergulhada em dificuldades operacionais, era um foco de escândalos de corrupção. Com o comando da ECT, o PT resolveu também controlar o Postalis, abrindo uma disputa com os indicados do PMDB.
Em abril de 2012, Pinheiro conseguiu indicar Antônio Carlos Conquista para a presidência do Postalis. Ele foi chefe de gabinete de Pinheiro na Petros, entre 2003 e 2007, e gerente de administração da fundação até 2009. Em 2010, Conquista ocupou a diretoria executiva da Fundação de Seguridade Social (Geap), uma entidade de autogestão de planos de saúde para servidores federais que chegou a sofrer uma intervenção da Agência Nacional de Saúde (ANS) no ano passado, por causa de um déficit de cerca de R$ 250 milhões.
Nos dois anos seguintes, ele ocupou uma secretaria no Ministério da Pesca. A indicação de Conquista para substituir Alexej Predtechensky, indicado do PMDB que ficou seis anos à frente do Postalis, significou um passo de Pinheiro em direção ao controle do fundo pelo PT, mas ainda sem a cobiçada diretoria de Investimentos, sob domínio do PMDB.
Numa estratégia similar à usada pela Petrobras na Petros, revelada pelo GLOBO no último domingo, a direção dos Correios passou a contar com o apoio de sindicalistas para dominar a pauta do conselho deliberativo do Postalis, que nomeia a diretoria e referenda as principais decisões.
O colegiado tem seis conselheiros: três indicados pela patrocinadora, a ECT, e três eleitos pelos funcionários. Pelo menos dois integrantes de uma corrente petista da Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios (Fentect) que foram eleitos conselheiros passaram a votar com os indicados: José Rivaldo da Silva e Manoel Santana, que mantêm cargos na diretoria da Fentect apesar de terem perdido o controle da federação.
Ernani de Souza Coelho, presidente do conselho deliberativo por indicação da ECT, também é um nome do PT. Funcionário aposentado da estatal, ele é marido da ex-senadora Fátima Cleide, do PT de Rondônia, e contratado como assessor da presidência dos Correios. Cargo similar tem outro indicado para o conselho, o ex-secretário-geral da Fentect, Manoel Cantoara.
- O estatuto do Postalis proíbe que conselheiro tenha função na patrocinadora ou em entidades representativas de empregados, mas isso é descumprido solenemente - diz Luiz Alberto Barreto, presidente licenciado da Associação dos Profissionais dos Correios (Adcap), que foi à Justiça contra a composição do conselho. - O avanço político sobre o Postalis é evidente, fácil de ver.
Para Barreto, não é por acaso que investimentos controversos do Postalis sejam repetidos pela Petros. É o caso de títulos do banco BVA, que quebrou no ano passado, ou das debêntures de R$ 75 milhões do Grupo Galileo, da Universidade Gama Filho, fechada pelo Ministério da Educação mergulhada em dívidas. Apenas Petros e Postalis compraram os papéis:
- O fundo teve déficit em 2011, 2012 e 2013. O medo dos funcionários, que agora contribuem mais, é que isso continue e comprometa as aposentadorias no futuro. É preciso desaparelhar tanto os Correios quanto o Postalis - afirmou.
A aliança de sindicalistas e indicados no conselho deliberativo foi usada em 2012 para tentar substituir o então diretor de Investimentos, Ricardo Oliveira Azevedo, indicação do PMDB assim como seu antecessor, Adilson Florêncio da Costa. Em novembro de 2012, denúncias de irregularidades na gestão de Azevedo chegaram à imprensa e à Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), que investigou e autuou o executivo. Foi o motivo encontrado pelo conselho deliberativo para votar a demissão dele.
Quando a votação caminhava para o fim, com quatro votos a favor da demissão, Ernani de Souza Coelho pediu vistas do processo. Ao ser retomada a sessão, um dos conselheiros eleitos mudou o seu voto, empatando o placar. Como o voto de desempate é do presidente, Coelho votou pela permanência de Azevedo, frustrando o plano. Segundo uma fonte, isso ocorreu porque o PMDB reagiu ao avanço do PT.
Uma negociação que teria sido conduzida pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, terminou com a indicação, em outubro de 2013,de um nome neutro, de perfil técnico, para a diretoria de Investimentos: o do economista André Motta, ex-diretor de Seguridade. Embora indicado pelo PMDB, ele se dedicaria a um plano de saneamento da instituição, numa espécie de trégua entre os dois partidos. O GLOBO procurou os sindicalistas da Fentect, mas não conseguiu localizá-los na entidade. A assessoria de Lobão não retornou o contato.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/sindicalistas-ajudam-pt-fazer-frente-ao-pmdb-com-maioria-no-conselho-da-postalis-12376001#ixzz30zPK8Feu
NOVO CAPITULO DO POSTALIS
Problema no Postalis tem a ver com investimentos temerários’, diz entidade de fundos de pensão
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/problema-no-postalis-tem-ver-com-investimentos-temerarios-diz-entidade-de-fundos-de-pensao-12381507#ixzz30xWcciZI
Presidente de associação nacional de participantes lamenta crise no instituto de previdência dos funcionários dos Correios.
RIO - A presidente da Associação Nacional dos Participantes de Fundos
de Pensão (Anapar), Cláudia Muinhos Ricaldoni, lamentou a crise na qual
o Postalis está mergulhado, mas diz acreditar que a nova diretoria do
instituto de previdência dos funcionários dos Correios esteja empenhada
em recuperar a imagem da fundação, que, segundo ela, foi prejudicada por
conta de aplicações malfeitas da gestão anterior. Neste domingo, O
GLOBO mostrou que a Superintendência Nacional de Previdência
Complementar (Previc) e a Comissão de Valores Mobiliários investigam
fraudes e irregularidades na gestão do fundo, uma delas envolvendo uma
negociação que teve como intermediador o doleiro Alberto Youssef, preso
pela PF.
Como a Anapar tem acompanhado a crise no Postalis?
Com muita tristeza. A Previc fez um trabalho extenso e minucioso, no qual foi identificado alguns problemas nos investimentos, basicamente investimentos que descumpriram a legislação. Alguns limites legais de aplicação desse fundo de pensão foram ultrapassados, e isso o relatório da Previc diz com muita clareza.
Que tipo de limites?
Limite de aplicação em ações de determinada companhia, comprando mais do que a lei permite. Uma vez identificada essas ações, a Previc deu prazo para o Postalis tentar recompor a fundação. Embora eu ache que eles vão conseguir, isso certamente vai demorar, levando em consideração o nível de comprometimento de alguns investimentos.
E como eles podem se recuperar?
Eu sei que a diretoria que está lá agora tem feito um esforço sobre-humano para consertar essas questões pouco republicanas, vamos chamar assim.
Quais questões seriam essas?
Existe um problema no Postalis, que não tem a ver somente com o limite legal. Mas tem a ver com investimentos mais temerários, quando você expõe demais a entidade a risco, fazendo investimento em bancos de segunda linda. Você geralmente tem que fazer investimento em bancos de primeira linha, mais seguro. Postalis tem uma série de investimentos em bancos de segunda linha, como são chamados no mercado.
Você investiria no BNY Mellon, o banco que recebeu aporte de R$ 40 milhões do fundo intermediado pela gestora indicada pelo doleiro Alberto Youssef?
Eu não investiria lá, pois teria outras opções melhores de investimentos, na minha forma de pensar, que sou mais conservadora. Agora tem que ver o que levou o pessoal a fazer o investimento lá...
Como a Anapar tem acompanhado a crise no Postalis?
Com muita tristeza. A Previc fez um trabalho extenso e minucioso, no qual foi identificado alguns problemas nos investimentos, basicamente investimentos que descumpriram a legislação. Alguns limites legais de aplicação desse fundo de pensão foram ultrapassados, e isso o relatório da Previc diz com muita clareza.
Que tipo de limites?
Limite de aplicação em ações de determinada companhia, comprando mais do que a lei permite. Uma vez identificada essas ações, a Previc deu prazo para o Postalis tentar recompor a fundação. Embora eu ache que eles vão conseguir, isso certamente vai demorar, levando em consideração o nível de comprometimento de alguns investimentos.
E como eles podem se recuperar?
Eu sei que a diretoria que está lá agora tem feito um esforço sobre-humano para consertar essas questões pouco republicanas, vamos chamar assim.
Quais questões seriam essas?
Existe um problema no Postalis, que não tem a ver somente com o limite legal. Mas tem a ver com investimentos mais temerários, quando você expõe demais a entidade a risco, fazendo investimento em bancos de segunda linda. Você geralmente tem que fazer investimento em bancos de primeira linha, mais seguro. Postalis tem uma série de investimentos em bancos de segunda linha, como são chamados no mercado.
Você investiria no BNY Mellon, o banco que recebeu aporte de R$ 40 milhões do fundo intermediado pela gestora indicada pelo doleiro Alberto Youssef?
Eu não investiria lá, pois teria outras opções melhores de investimentos, na minha forma de pensar, que sou mais conservadora. Agora tem que ver o que levou o pessoal a fazer o investimento lá...
domingo, 4 de maio de 2014
POSTALIS,NA MIRA DA PF
Como funcionou o esquema que atinge o fundo de pensão Postalis
O terceiro maior fundo da modalidade no país teve influência do doleiro Alberto Youssef, que foi preso durante a Operação Lava-Jato, da Polícia Federal

sexta-feira, 2 de maio de 2014
Cotidiano estressante provoca síndrome de burnout
O
processo foi julgado pela Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho
(TST), que negou provimento ao agravo de instrumento da Atento. A
relatora do processo, ministra Kátia Magalhães Arruda, manteve o
despacho do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO) que negou
seguimento aos recursos de revista de ambas as partes. A teleoperadora
tinha interposto recurso adesivo, pleiteando aumento da indenização para
R$ 15 mil, mas, como o recurso adesivo segue o resultado do principal,
seu agravo foi julgado prejudicado.
Atendimentos desgastantes
O
episódio que motivou a dispensa aconteceu durante um atendimento em que
o cliente ficou irritado com o procedimento da empresa e tinha
dificuldades em entender as explicações sobre as providências cabíveis.
Na reclamação trabalhista, a teleoperadora juntou atestado médico
concedido dias após o episódio, com diagnóstico de problema mental. Em
juízo, a perícia técnica reconheceu a síndrome de burnout, com nexo de
causalidade com o trabalho. Ao julgar o caso, o TRT-GO condenou a
empresa a pagar indenização de R$ 5 mil por danos morais, salientando o
cotidiano de trabalho demasiado estressante dos teleoperadores.
Entre
os diversos fatores, citou cobrança de metas, contenção de emoções no
atendimento e reclamações diárias de usuários agressivos. Diante desse
cenário, sobretudo pela ausência de pausas após os atendimentos
desgastantes em que havia agressões verbais, o Regional entendeu
caracterizada a doença ocupacional e devida a indenização, por ofensa à
integridade psíquica da trabalhadora, de quem empresa não citou
problemas relativos ao histórico funcional.
A
Atento, então, recorreu ao TST. Alegou, quanto à indenização, que a
perícia não foi realizada no local de trabalho e que a concessão de
pausas reconhecida pela própria operadora, não foi levada em conta para a
decisão.
A
ministra Kátia Arruda, ao fundamentar seu voto, destacou que o reexame
das alegações da empresa de que não foram demonstrados os pressupostos
para a configuração do dano moral demandaria nova análise das provas, o
que é vedado pela Súmula 126 do TST.
Observou também que o fato de não ter havido perícia in loco
"não modifica a conclusão do TRT sobre a constatação de dano moral, uma
vez que a valorização das provas cabe ao juízo, o qual, segundo o
princípio do livre convencimento motivado, decide sobre o direito
postulado".
O que é a síndrome de burnout
De
acordo com o laudo pericial que serviu de base à decisão, a síndrome de
burnout "é um quadro no qual o indivíduo não consegue mais manter sua
atividades habituais por total falta de energia". Entre os aspectos do
ambiente de trabalho que contribuem para o quadro estão excesso de
trabalho, recompensa insuficiente, altos níveis de exigência
psicológica, baixos níveis de liberdade de decisão e de apoio social e
estresse.
Os
principais sintomas são a exaustão emocional, a despersonalização
(reação negativa ou de insensibilidade em relação ao público que deveria
receber seus serviços) e diminuição do envolvimento pessoal no
trabalho. O quadro envolve ainda irritabilidade e alterações do humor,
evoluindo para manifestações de agressividade, alteração do sono e perda
do autocontrole emocional, entre outros aspectos.
Ainda
segundo o laudo, estatisticamente a síndrome afeta principalmente
profissionais da área de serviços. Os fatores determinantes do burnout
podem ser classificados segundo a Classificação Estatística
Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID 10)
como "problemas relacionados ao emprego e desemprego: ritmo de trabalho
penoso" ou "circunstância relativa às condições de trabalho". No
Brasil, o Regulamento da Previdência Social (Decreto 3048/1999),
em seu Anexo II, cita a "Sensação de Estar Acabado" ("Síndrome de
Burnout", "Síndrome do Esgotamento Profissional") como sinônimos.
(Lourdes Tavares e Carmem Feijó)
Processo: AIRR-1922-31.2011.5.18.0013
quinta-feira, 1 de maio de 2014
Primeiro de maio,Dia do Trabalhador,PT NO PODER...CONTRACHEQUE ZERADO,EU NUNCA IMAGINEI !!
Companheiros e Companheiras,
Com a decisão da ECT em realizar o desconto dos 15 (quinze) dias sem levar em consideração o que é "salário" e "remuneração" colocando os mais diversos pais, mães e arrimos de família em uma situação no minimo constrangedora perante a sua família e seus credores por "simplesmente" ZERAR ou quase ZERAR o salário dos trabalhadores e trabalhadoras Ecetistas grevistas por ordem do Partido dos Trabalhadores (PT) que dirige a estrutura da Estatal Correios.
Houve o ingresso dos Sindicatos que participaram do movimento grevista em defesa do nosso Plano de Saúde (A luta não acabou) solicitando a devolução de mais da metade do que foi descontado pela Administração Central dos Correios (que é dirigida pelo PT) , assim, saiu a primeira LIMINAR do SINTECT-SJO.
Nela a ECT terá que devolver os anuênios, gratificações e adicionais aos trabalhadores grevistas, pois no entendimento do Tribunal perante o Acordão do TST, que deve ser seguido pelos demais Tribunais em âmbito regional, o desconto dos 15 dias diz referência ao "SALÁRIO BASE" e não sobre a "REMUNERAÇÃO".
Essa decisão, se consolidada mais a frente, abre espaço para ingresso de novas ações por constrangimento, assedio moral, danos materiais e por não garantir o limite minimo para sobrevivência humana dos seus trabalhadores, ou seja, temos o dever e obrigação de requer reparação por tudo que os Correios estão fazendo aos seus trabalhadores pelo fato de lutarem pelo que acreditam ser justo e legal.
A greve é um direito constitucional e não pode ser manipulada pelo bel prazer de um partido (PT) ou por ministros que deixam a greve transcorrer por 41 dias para depois dizer que a mesma é "ilegal". Se o "jogo" é para ser "jogado", então estamos dispostos a "jogá-lo" até nosso último suspiro.
Se confirmando a reversão do desconto na remuneração (o todo) para somente o salário base será nossa primeira vitória, pois pretendemos concretizar a vitoria total ao provarmos ao próprio TST e se não for possível ao STF que nossa greve foi legal, pois nenhuma greve dura 43 dias na "ilegalidade", mas deixemos o tempo fazer o seu trabalho.
Segue em anexo a liminar e estão previstas que outras saiam até amanhã e no decorrer da próxima semana, nós do SINTECT/PE estamos aguardando a posição do TRT-PE e assim que sair, estaremos comunicando a todos e todas.
"A VERDADE É FILHA DO TEMPO, E NÃO DAS AUTORIDADES."
VAMOS QUE VAMOS!!! COMO FALEI EM POSTERES ANTERIORES, PERDEMOS A BATALHA, MAS A GUERRA ESTÁ LONGE DE TERMINAR!!!!
SÓ A LUTA MUDA A VIDA, ENTÃO NÃO PAREMOS DE LUTAR!!
Com a decisão da ECT em realizar o desconto dos 15 (quinze) dias sem levar em consideração o que é "salário" e "remuneração" colocando os mais diversos pais, mães e arrimos de família em uma situação no minimo constrangedora perante a sua família e seus credores por "simplesmente" ZERAR ou quase ZERAR o salário dos trabalhadores e trabalhadoras Ecetistas grevistas por ordem do Partido dos Trabalhadores (PT) que dirige a estrutura da Estatal Correios.
Houve o ingresso dos Sindicatos que participaram do movimento grevista em defesa do nosso Plano de Saúde (A luta não acabou) solicitando a devolução de mais da metade do que foi descontado pela Administração Central dos Correios (que é dirigida pelo PT) , assim, saiu a primeira LIMINAR do SINTECT-SJO.
Nela a ECT terá que devolver os anuênios, gratificações e adicionais aos trabalhadores grevistas, pois no entendimento do Tribunal perante o Acordão do TST, que deve ser seguido pelos demais Tribunais em âmbito regional, o desconto dos 15 dias diz referência ao "SALÁRIO BASE" e não sobre a "REMUNERAÇÃO".
Essa decisão, se consolidada mais a frente, abre espaço para ingresso de novas ações por constrangimento, assedio moral, danos materiais e por não garantir o limite minimo para sobrevivência humana dos seus trabalhadores, ou seja, temos o dever e obrigação de requer reparação por tudo que os Correios estão fazendo aos seus trabalhadores pelo fato de lutarem pelo que acreditam ser justo e legal.
A greve é um direito constitucional e não pode ser manipulada pelo bel prazer de um partido (PT) ou por ministros que deixam a greve transcorrer por 41 dias para depois dizer que a mesma é "ilegal". Se o "jogo" é para ser "jogado", então estamos dispostos a "jogá-lo" até nosso último suspiro.
Se confirmando a reversão do desconto na remuneração (o todo) para somente o salário base será nossa primeira vitória, pois pretendemos concretizar a vitoria total ao provarmos ao próprio TST e se não for possível ao STF que nossa greve foi legal, pois nenhuma greve dura 43 dias na "ilegalidade", mas deixemos o tempo fazer o seu trabalho.
Segue em anexo a liminar e estão previstas que outras saiam até amanhã e no decorrer da próxima semana, nós do SINTECT/PE estamos aguardando a posição do TRT-PE e assim que sair, estaremos comunicando a todos e todas.
"A VERDADE É FILHA DO TEMPO, E NÃO DAS AUTORIDADES."
VAMOS QUE VAMOS!!! COMO FALEI EM POSTERES ANTERIORES, PERDEMOS A BATALHA, MAS A GUERRA ESTÁ LONGE DE TERMINAR!!!!
SÓ A LUTA MUDA A VIDA, ENTÃO NÃO PAREMOS DE LUTAR!!
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